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maio 11, 2015
Josimar Lima do Nascimento
Coment√°rios desativados em Gado de Corte recebe

Gado de Corte recebe

Ano 11 – n¬ļ 1.299

 

dscn1534

Uma comitiva de Mianmar (Birm√Ęnia) visitou Mato Grosso do Sul na √ļltima semana visando a exporta√ß√£o da carne brasileira e a capacita√ß√£o de profissionais em assuntos relacionados ao setor agropecu√°rio e ci√™ncia e tecnologia. A miss√£o, coordenada pela Associa√ß√£o Brasileira das Ind√ļstrias Exportadoras de Carne (ABIEC) e Associa√ß√£o Brasileira de Prote√≠na Animal (ABPA), foi acompanhada pela Superintend√™ncia Federal de Agricultura de Mato Grosso do Sul (SFA-MS) e percorreu um frigor√≠fico na capital sul-mato-grossense, uma propriedade rural tecnificada e certificada para exporta√ß√£o pr√≥xima ao Pantanal ¬†e a Unidade da Embrapa dedicada √†s pesquisas com gado de corte.


O pa√≠s asi√°tico com territ√≥rio um pouco maior que a soma das √°reas de Minas Gerais e Santa Catarina tem clima de mon√ß√Ķes, √© quase 50% coberto por florestas e bosques, produz diversos recursos naturais como g√°s natural, estanho, chumbo e pedras preciosas, entre elas, jades e rubis, e a popula√ß√£o estimada em 52 milh√Ķes de habitantes, na qual vive 70% na zona rural, √© alimentada, principalmente pelo cultivo de arroz e leguminosas. “H√° condi√ß√Ķes tecnol√≥gicas no Brasil para colaborar no desenvolvimento de Mianmar, levando nosso modelo de cria√ß√£o tropical”, afirma Orlando Baez, superintendente do Mapa (SFA-MS).
Ele revela o interesse dos birmaneses em importar tanto carne apta para consumo quanto animal em p√©, levado por navios at√© o sudoeste da √Āsia continental. Para tal feito, Baez ressalta a ampla planta frigor√≠fica presente no Estado, 39 habilita√ß√Ķes para exporta√ß√£o, o parque de nutri√ß√£o animal com mais de 100 estabelecimentos especializados, e a garantia de Mato Grosso do Sul exportar para todos os destinos, onde o Brasil tem mercado aberto e contratos.
Ministro de Agricultura, Pecu√°ria, Pesca e Desenvolvimento Rural de Mianmar, Ohn Myint, destacou a posi√ß√£o l√≠der do Brasil em exporta√ß√£o e no desenvolvimento de pesquisas tropicais como fator preponderante para a busca de rela√ß√Ķes comerciais mais efetivas. “Os sistemas pecu√°rios em Mianmar s√£o familiares, em sua maioria, mas visam neg√≥cios tamb√©m. Temos 15 milh√Ķes de cabe√ßas de gado de corte, que al√©m de fornecer carne s√£o utilizadas em tra√ß√£o, e 0,5 milh√£o de gado leiteiro”. Segundo ele, o pa√≠s est√° em fase de abertura comercial, ap√≥s um longo per√≠odo sob regime militar e a coopera√ß√£o com a Embrapa auxiliar√° na capacita√ß√£o t√©cnica dos profissionais birmaneses. Na Unidade Gado de Corte, o grupo teve reuni√Ķes com a chefia geral e de pesquisa e desenvolvimento do Centro, encontrou-se com pesquisadores de nutri√ß√£o animal e sistemas integrados e conheceu a vitrine tecnol√≥gica, com destaque para as forrageiras tropicais.
A miss√£o era composta pelo ministro Myint e mais seis membros do governo birman√™s. Antes de chegarem a Campo Grande, o grupo participou de reuni√Ķes com a ABIEC e ABPA em S√£o Paulo, com a Confedera√ß√£o Nacional de Agricultura (CNA) e a Secretaria de Defesa Agropecu√°ria/Mapa em Bras√≠lia-DF e fecharam a viagem em frigor√≠ficos av√≠colas instalados no Paran√°.

Uma comitiva de Mianmar (Birm√Ęnia) visitou Mato Grosso do Sul na √ļltima semana visando a exporta√ß√£o da carne brasileira e a capacita√ß√£o de profissionais em assuntos relacionados ao setor agropecu√°rio e ci√™ncia e tecnologia. A miss√£o, coordenada pela Associa√ß√£o Brasileira das Ind√ļstrias Exportadoras de Carne (ABIEC) e Associa√ß√£o Brasileira de Prote√≠na Animal (ABPA), foi acompanhada pela Superintend√™ncia Federal de Agricultura de Mato Grosso do Sul (SFA-MS) e percorreu um frigor√≠fico na capital sul-mato-grossense, uma propriedade rural tecnificada e certificada para exporta√ß√£o pr√≥xima ao Pantanal ¬†e a Unidade da Embrapa dedicada √†s pesquisas com gado de corte.¬†

O pa√≠s asi√°tico com territ√≥rio um pouco maior que a soma das √°reas de Minas Gerais e Santa Catarina tem clima de mon√ß√Ķes, √© quase 50% coberto por florestas e bosques, produz diversos recursos naturais como g√°s natural, estanho, chumbo e pedras preciosas, entre elas, jades e rubis, e a popula√ß√£o estimada em 52 milh√Ķes de habitantes, na qual vive 70% na zona rural, √© alimentada, principalmente pelo cultivo de arroz e leguminosas. “H√° condi√ß√Ķes tecnol√≥gicas no Brasil para colaborar no desenvolvimento de Mianmar, levando nosso modelo de cria√ß√£o tropical”, afirma Orlando Baez, superintendente do Mapa (SFA-MS).¬†

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Ele revela o interesse dos birmaneses em importar tanto carne apta para consumo quanto animal em p√©, levado por navios at√© o sudoeste da √Āsia continental. Para tal feito, Baez ressalta a ampla planta frigor√≠fica presente no Estado, 39 habilita√ß√Ķes para exporta√ß√£o, o parque de nutri√ß√£o animal com mais de 100 estabelecimentos especializados, e a garantia de Mato Grosso do Sul exportar para todos os destinos, onde o Brasil tem mercado aberto e contratos.

Ministro de Agricultura, Pecu√°ria, Pesca e Desenvolvimento Rural de Mianmar, Ohn Myint, destacou a posi√ß√£o l√≠der do Brasil em exporta√ß√£o e no desenvolvimento de pesquisas tropicais como fator preponderante para a busca de rela√ß√Ķes comerciais mais efetivas. “Os sistemas pecu√°rios em Mianmar s√£o familiares, em sua maioria, mas visam neg√≥cios tamb√©m. Temos 15 milh√Ķes de cabe√ßas de gado de corte, que al√©m de fornecer carne s√£o utilizadas em tra√ß√£o, e 0,5 milh√£o de gado leiteiro”. Segundo ele, o pa√≠s est√° em fase de abertura comercial, ap√≥s um longo per√≠odo sob regime militar e a coopera√ß√£o com a Embrapa auxiliar√° na capacita√ß√£o t√©cnica dos profissionais birmaneses.¬†

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Na Unidade Gado de Corte, o grupo teve reuni√Ķes com a chefia geral e de pesquisa e desenvolvimento do Centro, encontrou-se com pesquisadores de nutri√ß√£o animal e sistemas integrados e conheceu a vitrine tecnol√≥gica, com destaque para as forrageiras tropicais.


A miss√£o era composta pelo ministro Myint e mais seis membros do governo birman√™s. Antes de chegarem a Campo Grande, o grupo participou de reuni√Ķes com a ABIEC e ABPA em S√£o Paulo, com a Confedera√ß√£o Nacional de Agricultura (CNA) e a Secretaria de Defesa Agropecu√°ria/Mapa em Bras√≠lia-DF e fecharam a viagem em frigor√≠ficos av√≠colas instalados no Paran√°.

Redação: Dalízia Aguiar

 

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