{"id":419,"date":"2015-04-29T11:45:17","date_gmt":"2015-04-29T15:45:17","guid":{"rendered":"http:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/clpi\/?p=419"},"modified":"2015-07-07T15:18:40","modified_gmt":"2015-07-07T19:18:40","slug":"definicao-de-titularidade-de-tecnologia-desenvolvida-em-parceria-fica-mais-facil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/clpi\/definicao-de-titularidade-de-tecnologia-desenvolvida-em-parceria-fica-mais-facil\/","title":{"rendered":"Defini\u00e7\u00e3o de titularidade de tecnologia desenvolvida em parceria fica mais f\u00e1cil"},"content":{"rendered":"<p>Ano 7 \u2013 Edi\u00e7\u00e3o 3<\/p>\n<p>Quem tem maior ou menor responsabilidade sobre uma inven\u00e7\u00e3o, quando a pesquisa ocorre com participa\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es? A quem caber\u00e1 a titularidade? H\u00e1 uma f\u00f3rmula para evitar problemas que v\u00e3o al\u00e9m da denomina\u00e7\u00e3o do produto? Estas e outras d\u00favidas podem ser respondidas com aux\u00edlio da rec\u00e9m-criada Nota T\u00e9cnica sobre Titularidade (NTT) de tecnologias, enviada \u00e0s Unidades em mar\u00e7o.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/clpi\/files\/2015\/04\/Foto-mat\u00e9ria-divulgada-2015.04.29.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-420 size-full\" src=\"http:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/clpi\/files\/2015\/04\/Foto-mat\u00e9ria-divulgada-2015.04.29.jpg\" alt=\"Foto - mat\u00e9ria divulgada (2015.04.29)\" width=\"128\" height=\"150\" \/><\/a>Desenvolvido pela Secretaria de Neg\u00f3cios (SNE), o documento \u00e9 uma esp\u00e9cie de passo a passo que dever\u00e1 acompanhar o processo de prote\u00e7\u00e3o de ativos (todos os bens e direitos de uma institui\u00e7\u00e3o) por meio dos mecanismos de patentes, softwares e cultivares desenvolvidos pela Embrapa em parceria com outras organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Considerada um dos motores da economia globalizada pelos especialistas desta \u00e1rea do Direito, a propriedade intelectual acaba por reconhecer, de forma legal, a apropria\u00e7\u00e3o do conhecimento humano \u2013 seja em termos dos resultados concretos da criatividade do indiv\u00edduo ou daqueles de pesquisa e conhecimento tecnol\u00f3gico que acabam em produto novo ou modificado.<\/p>\n<p>O tema \u00e9 complexo, pois envolve, na an\u00e1lise da contribui\u00e7\u00e3o de cada participante do processo criativo, aspectos como conhecimento pr\u00e9vio, recursos humanos, contribui\u00e7\u00e3o intelectual, recursos financeiros, infraestrutura e material alocado. A NTT contribui para \u201cdescomplicar\u201d o que at\u00e9 ent\u00e3o constitu\u00eda um gargalo na Empresa.<\/p>\n<p>Encaminhado \u00e0s Unidades e aos Comit\u00eas Locais de Propriedade Intelectual (CLPIs), o documento apresenta itens para facilitar a descri\u00e7\u00e3o do hist\u00f3rico de desenvolvimento de patentes, softwares e cultivares. Entre os pontos a serem preenchidos na NTT est\u00e3o: t\u00edtulo da tecnologia, hist\u00f3rico, projeto que gerou a tecnologia, instrumentos jur\u00eddicos e planos de trabalho que originaram o desenvolvimento, titulares, institui\u00e7\u00f5es e inventores, autores, melhoristas envolvidos, entre outros.<\/p>\n<p>Com base neste descritivo ser\u00e1 poss\u00edvel determinar a propor\u00e7\u00e3o de participa\u00e7\u00e3o nos direitos de propriedade intelectual, o que \u00e9 crucial para que as ideias de cria\u00e7\u00e3o sejam protegidas e posteriormente tenham garantia de explora\u00e7\u00e3o comercial. \u201cO documento visa orientar as Unidades na discuss\u00e3o junto aos parceiros e defini\u00e7\u00e3o das propor\u00e7\u00f5es de participa\u00e7\u00e3o na gera\u00e7\u00e3o de um determinado ativo de propriedade intelectual\u201d, diz o chefe da SNE, Vitor Hugo Oliveira.<\/p>\n<p><strong>Quando enviar a NTT<\/strong><\/p>\n<p>Embasado na Lei de Inova\u00e7\u00e3o (Lei n\u00ba 10.973\/2004), o envio da NTT \u00e0 Coordenadoria de Propriedade Intelectual (CPI) da SNE dever\u00e1 ocorrer nas seguintes etapas do processo de prote\u00e7\u00e3o do ativo: prote\u00e7\u00e3o de tecnologia por meio do sistema de patentes e prote\u00e7\u00e3o da tecnologia atrav\u00e9s dos sistemas de cultivares ou softwares. Em ambas, h\u00e1 particularidades que podem ser conferidas na \u00edntegra das orienta\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Texto: Deva Rodrigues, Secretaria de Comunica\u00e7\u00e3o \u2013 SECOM \/ Embrapa<\/p>\n<p>Fonte: <a title=\"Nota T\u00e9cnica sobre Titularidade\" href=\"https:\/\/intranet.embrapa.br\/pasta-todospcom\/2015\/abril\/definicao-de-titularidade-de-tecnologia-desenvolvida-em-parceria-fica-mais-facil\">https:\/\/intranet.embrapa.br\/pasta-todospcom\/2015\/abril\/definicao-de-titularidade-de-tecnologia-desenvolvida-em-parceria-fica-mais-facil<\/a> , em 29\/04\/2015, \u00e0s 11h33.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>*\u00a0 Para acesso ao conte\u00fado integral da NTT, bem como aos elementos que comp\u00f5em a tabela de an\u00e1lise das contribui\u00e7\u00f5es de cada participante no desenvolvimento da tecnologia (inven\u00e7\u00e3o, software e cultivar), favor contactar o CLPI ou o Setor de Prospec\u00e7\u00e3o e Avalia\u00e7\u00e3o de Tecnologias &#8211; SPAT, de sua Unidade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ano 7 \u2013 Edi\u00e7\u00e3o 3 Quem tem maior ou menor responsabilidade sobre uma inven\u00e7\u00e3o, quando a pesquisa ocorre com participa\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es? A quem caber\u00e1 a titularidade? H\u00e1 uma [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":37,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[29],"tags":[],"class_list":["post-419","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-29"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/clpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/419","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/clpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/clpi\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/clpi\/wp-json\/wp\/v2\/users\/37"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/clpi\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=419"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/clpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/419\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":455,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/clpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/419\/revisions\/455"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/clpi\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=419"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/clpi\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=419"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/clpi\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=419"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}