{"id":205,"date":"2014-05-26T14:14:19","date_gmt":"2014-05-26T14:14:19","guid":{"rendered":"http:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/faunaeflora\/?page_id=205"},"modified":"2014-05-27T14:58:13","modified_gmt":"2014-05-27T14:58:13","slug":"205-2","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/faunaeflora\/mamiferos\/205-2\/","title":{"rendered":"Caititu &#8211; Tayassu tajacu"},"content":{"rendered":"<table style=\"height: 3197px;\" border=\"0\" width=\"580\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"titulocor\" style=\"font-weight: bold; color: #007b3e;\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">\n<table class=\"textomedio\" style=\"color: #666666;\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"5\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"571\">\n<table border=\"0\" width=\"564\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"10\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"copyright\" style=\"color: #666666;\" valign=\"top\" bgcolor=\"#ffffff\" height=\"268\">\n<table border=\"0\" width=\"202\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"5\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"copyright\" style=\"color: #666666;\" valign=\"top\" width=\"1\" height=\"188\"><\/td>\n<td class=\"copyright\" style=\"color: #666666;\" valign=\"top\" width=\"197\">\n<p align=\"left\">Divulga\u00e7\u00e3o<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.cnpgc.embrapa.br\/~rodiney\/series\/caititu\/caitetu.gif\" alt=\"\" width=\"186\" height=\"147\" border=\"1\" \/><br \/>\nCaititu<\/p>\n<\/td>\n<td class=\"copyright\" style=\"color: #666666;\" valign=\"top\" width=\"2\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"color: #000000;\" align=\"center\"><span style=\"color: #008000;\"><strong>Nomenclatura<br \/>\nZool\u00f3gica<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"color: #000000; text-align: left;\" align=\"center\">Ordem:\u00a0Artiodactyla<br \/>\nFam\u00edlia:\u00a0Tayassuidae<br \/>\nNome Popular:\u00a0Caititu ou Cateto<br \/>\nNome em ingl\u00eas:\u00a0Collared peccary<br \/>\nNome Cient\u00edfico:\u00a0<em>Tayassu Tajacu\u00a0<\/em>(Linnaeus 1758)<br \/>\nReprodu\u00e7\u00e3o: Gesta\u00e7\u00e3o de 142 a 148 dias<br \/>\nN\u00famero de Cromossomos: 2n = 30<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #006633;\">Distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica<\/span><span style=\"color: #000000;\"><br \/>\n<\/span><\/strong><span style=\"color: #666666;\">Essa esp\u00e9cie \u00e9 exclusiva das Am\u00e9ricas. Ocorre desde o sul dos Estados Unidos at\u00e9 o norte da Argentina.<br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #006633;\"><b>Historia natural<br \/>\n<\/b><\/span>O\u00a0<em>T. tajacu<\/em>\u00a0vive em grupos e \u00e9 territorial. O tamanho do territ\u00f3rio est\u00e1 relacionado com a disponibilidade de alimento da regi\u00e3o. Descansam \u00e0 sombra nas horas mais quentes do dia.<\/p>\n<p><b><span style=\"color: #006633;\">H\u00e1bitat<br \/>\n<\/span><\/b>Devido a sua plasticidade ocupam h\u00e1bitat semides\u00e9rticos, savanas, florestas tropicais e florestas de altitude.<\/p>\n<p><b><span style=\"color: #006633;\">H\u00e1bito alimentar<br \/>\n<\/span><\/b>\u00c9 on\u00edvoro consome principalmente itens de origem vegetal como folhas, frutos, sementes, tub\u00e9rculos, ra\u00edzes e complementa sua dieta com pequenos invertebrados.<\/p>\n<p><b><span style=\"color: #006633;\">Per\u00edodo de vida<br \/>\n<\/span><\/b><span style=\"color: #666666;\">Na natureza vive aproximadamente 15 anos e em cativeiro at\u00e9 24 anos.<br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #006633;\"><b>Biologia da conserva\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/b><\/span><span style=\"color: #666666;\">O desmatamento, a ca\u00e7a e a fragmenta\u00e7\u00e3o s\u00e3o as amea\u00e7as \u00e0s popula\u00e7\u00f5es silvestres.<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #006633;\">Taxonomia<br \/>\n<\/span><\/strong><span style=\"color: #000000;\">O\u00a0<\/span><em style=\"color: #000000;\">Tayassu tajacu<\/em><span style=\"color: #000000;\">\u00a0conhecido como cateto, caititu e \u201cporco do mato\u201d, \u00e9 um mam\u00edfero da fam\u00edlia Tayassuidae pertencente a ordem Artiodactyla que se divide em dois g\u00eaneros: o\u00a0<\/span><em style=\"color: #000000;\">Tayassu<\/em><span style=\"color: #000000;\">\u00a0com duas esp\u00e9cies,\u00a0<\/span><em style=\"color: #000000;\">T. tajacu<\/em><span style=\"color: #000000;\">(cateto) e\u00a0<\/span><em style=\"color: #000000;\">T. pecari<\/em><span style=\"color: #000000;\">, e o\u00a0<\/span><em style=\"color: #000000;\">Catagonus<\/em><span style=\"color: #000000;\">\u00a0com\u00a0<\/span><em style=\"color: #000000;\">C. wagneri\u00a0<\/em><span style=\"color: #000000;\">(Sowls, 1984). As rela\u00e7\u00f5es filogen\u00e9ticas das tr\u00eas esp\u00e9cies n\u00e3o est\u00e3o claramente definidas (Judas, 1999). Recentemente o pesquisador Marc Van Roosmalen encontrou uma poss\u00edvel nova esp\u00e9cie na Amaz\u00f4nia, na regi\u00e3o do rio Aripuan\u00e3, sendo denominado de &#8220;porco-do-mato gigante&#8221;. Mede cerca de 1,3 metro de comprimento e, diferente de seus representantes da fam\u00edlia, se movimenta pela floresta silenciosamente, e sua pele tem menos gordura. Segundo o mesmo o animal n\u00e3o tem barbicha branca nem um anel da mesma cor ao redor do pesco\u00e7o.<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #006633;\">Reprodu\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong><br \/>\nConsiderado o mais produtivo dos ungulados americano, o\u00a0<em>T. tajacu<\/em>\u00a0pode gerar de um a quatro filhotes por crias e apresentar estro oito dias ap\u00f3s o parto, podendo reproduzir durante todo ano. Os filhotes s\u00e3o precoces, podendo acompanhar a m\u00e3e no mesmo dia do nascimento. Adquirem pelagem de adulto por volta dos 75 dias de vida. Os machos s\u00e3o sexualmente ativos a partir de um ano de idade e as f\u00eameas pouco antes de um ano.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #006633;\">Grupo<\/span><\/strong><br \/>\nO\u00a0<em>T. tajacu<\/em>, uma esp\u00e9cie social, vivendo em grupos que variam de 2 a 30 indiv\u00edduos. Essa estrat\u00e9gia pode ser considerada uma adapta\u00e7\u00e3o vantajosa, quando comparada ao animal solit\u00e1rio, pois confere prote\u00e7\u00e3o contra preda\u00e7\u00e3o. Dependendo da regi\u00e3o e disponibilidade de alimento ocorre subdivis\u00e3o do grupo em subgrupos para alimenta\u00e7\u00e3o e na hora de dormir h\u00e1 retorno \u00e0 condi\u00e7\u00e3o inicial de um grupo \u00fanico. Os grupos s\u00e3o compostos por machos e f\u00eameas dominantes e n\u00e3o dominantes, juvenis e filhotes de ambos os sexos, sendo que os elementos dominantes do grupo t\u00eam o privil\u00e9gio de reproduzirem.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #006633;\">\u00c1rea de vida<\/span><\/strong><br \/>\nEm ambientes mais previs\u00edveis e sem interfer\u00eancia humana a \u00e1rea de vida do\u00a0<em>T. tajacu<\/em>\u00a0tende a ser constante por v\u00e1rios anos. No Pantanal o Caititu ocorre em uma densidade de 14,1 indiv\u00edduos por km2. Pode ser encontrado em ilhas e cord\u00f5es de vegeta\u00e7\u00e3o arb\u00f3rea t\u00edpica de Cerrado, conhecidos como cap\u00f5es e cordilheiras. O tamanho dos grupos formados podem variar entre regi\u00f5es, e dependendo do tipo de h\u00e1bitat, da densidade populacional e da dispers\u00e3o dos recursos alimentares (Sowls 1978, Castellanos 1982). Nos Lhanos venezuelanos a \u00e1rea de vida varia de acordo com as esta\u00e7\u00f5es do ano, sendo de 35 ha na esta\u00e7\u00e3o seca e de 100 ha na chuvosa (Castellanos 1982). H\u00e1 evid\u00eancia de \u00e1rea de vida de at\u00e9 313 km2. O\u00a0<em>T. tajacu<\/em>usa as fezes e alm\u00edscar da gl\u00e2ndula dorsal para delimitar seu territ\u00f3rio. Os grupos geralmente movimentam-se durante o dia pela manh\u00e3, e descansam \u00e0 sombra nas horas mais quentes do dia (Carter, 1984).<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #006633;\">Distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica<\/span><\/strong><br \/>\nA distribui\u00e7\u00e3o do\u00a0<em>T. tajacu<\/em>\u00a0vai desde o estado do Texas, no sul dos Estados Unidos, at\u00e9 o norte da Argentina, ocorrendo em todo o territ\u00f3rio brasileiro. Por ser um ungulado de grande plasticidade esta esp\u00e9cie \u00e9 capaz de ocupar uma grande diversidade de h\u00e1bitat podendo ocorrer desde \u00e1reas semi-des\u00e9rticas e savanas at\u00e9 florestas tropicais e de altitude, bem como nas \u00e1reas de transi\u00e7\u00e3o entre esses ambientes, demonstrando assim a sua habilidade em explorar o ambiente usando os diversos microclimas do seu h\u00e1bitat (Sowls 1997). Em regi\u00f5es onde h\u00e1 grandes extens\u00f5es de vegeta\u00e7\u00e3o natural, como a Amaz\u00f4nia e o Pantanal, as densidades populacionais variam de 0,5 a 2 indiv\u00edduos por hectare (Kiltie 1980).<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #006633;\">Conserva\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong><br \/>\nNa Amaz\u00f4nia a ca\u00e7a de subsist\u00eancia e a destrui\u00e7\u00e3o do h\u00e1bitat t\u00eam resultado num decl\u00ednio das popula\u00e7\u00f5es de\u00a0<em>T. tajacu<\/em>\u00a0(Nogueira-Filho et al. 1999). J\u00e1 no Pantanal, a fauna depende dos 30% de \u00e1rea com bosques naturais, as quais se encontram amea\u00e7adas pelo desmatamento (Silva et al. 1999). Essa paisagem florestal vem sendo sistematicamente eliminada para introdu\u00e7\u00e3o de pastagens cultivadas (Mauro et al. 1997), sendo que entre os anos de 1990 e 1991 a \u00e1rea com pastagens cultivadas dobrou ou at\u00e9 quadruplicou em algumas sub-regi\u00f5es do Pantanal (Silva et al. 1998). Essa transforma\u00e7\u00e3o do h\u00e1bitat pode influenciar na distribui\u00e7\u00e3o e na abund\u00e2ncia do\u00a0<em>T. tajacu<\/em>, assim como de outras esp\u00e9cies simp\u00e1tricas, como ocorreu no planalto central e sudeste do Brasil.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #006633;\">Alimenta\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong><br \/>\nA alimenta\u00e7\u00e3o do\u00a0<em>T. tajacu<\/em>\u00a0\u00e9 composta principalmente por itens de origem vegetal (folhas, frutos, sementes, tub\u00e9rculos e ra\u00edzes) e complementada com pequenos invertebrados (Ojasti 1993).<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #006633;\">Diversifica\u00e7\u00e3o Agropecu\u00e1ria<\/span><\/strong><br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o de animais silvestres em cativeiro, com autoriza\u00e7\u00e3o do Ibama, pode ser um bom neg\u00f3cio. No Brasil existem muitas iniciativas de cria\u00e7\u00e3o comercial de catetos que podem trazer boa rentabilidade para o propriet\u00e1rio rural. O desenvolvimento de novas t\u00e9cnicas de cria\u00e7\u00e3o de cateto \u00e9 uma atividade que serve como diversifica\u00e7\u00e3o e integra\u00e7\u00e3o das atividades agropecu\u00e1rias. A carne \u00e9 bastante procurada em restaurantes especializados. O couro tamb\u00e9m possui um bom valor comercial. A diversifica\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o rural pode ser utilizada como auxilio na conserva\u00e7\u00e3o da fauna brasileira.<\/p>\n<p style=\"color: #000000; text-align: left;\" align=\"center\"><span style=\"color: #008000;\"><strong>Respons\u00e1veis pelas fontes:<br \/>\n<\/strong><\/span>Jos\u00e9 Carlos Chaves\u00a0dos Santos<br \/>\nEmbrapa Gado de Corte<\/p>\n<p style=\"color: #000000; text-align: left;\" align=\"center\">Rodiney de Arruda Mauro<br \/>\nEmbrapa Gado de Corte<\/p>\n<p style=\"color: #000000; text-align: left;\" align=\"center\">Ludmilla Moura\u00a0de Souza Aguiar<br \/>\nEmbrapa Cerrados \u2013 CPA<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">\n<table border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#ffffff\">\n<div class=\"chamadaNoticia\" style=\"font-weight: bold; color: #007b3e;\">Como citar essa p\u00e1gina<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" bgcolor=\"#eeeeee\" height=\"2\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.cnpgc.embrapa.br\/~rodiney\/series\/caititu\/Empresa%20Brasileira%20de%20Pesquisa%20Agropecu%C3%A1ria_arquivos\/clear.gif\" alt=\"\" width=\"1\" height=\"2\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"0\">\n<table class=\"linktres\" width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"2\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"10\"><\/td>\n<td><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;\">SANTOS, J.C.C.; MAURO, R.A.; AGUIAR, L.M.S. Cateto &#8211; Tayassu tajacu. Fauna e Flora do Cerrado, Campo Grande, Julho 2004. Dispon\u00edvel em: &lt; http:\/\/www.cnpgc.embrapa.br\/cateto.html &gt;. Acesso em: &lt;\u00a0<span style=\"color: #ffffff;\"><span style=\"color: #666666; font-family: Arial; font-size: xx-small;\"><strong>26 , Maio &gt; 114\u00a0<\/strong><\/span><\/span>.<br \/>\n<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">\n<table border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#ffffff\">\n<div class=\"chamadaNoticia\" style=\"font-weight: bold; color: #007b3e;\" align=\"left\">Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" bgcolor=\"#eeeeee\" height=\"2\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.cnpgc.embrapa.br\/~rodiney\/series\/caititu\/Empresa%20Brasileira%20de%20Pesquisa%20Agropecu%C3%A1ria_arquivos\/clear.gif\" alt=\"\" width=\"1\" height=\"2\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">\n<table width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"2\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td rowspan=\"2\"><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;\">Carter D.C. 1984. Perissodactylis. Anderson, S.; Jones, J.K. (eds). Orders and families of recent mammals. Wiley, New York: 549-562. In: Ojasti, J. 1993. Utilizaci\u00f3n de la fauna silvestre en America Latina. Guia FAO Conservation.<\/span>Castellanos, H.G. 1982. Patrones de movimiento y uso de habitat del b\u00e1quiro de collar,\u00a0<em>Tayassu tajacu<\/em>\u00a0L. En los Ilanos centrales de Venezuela. Univ. Central de Venezoela, Caracas.\u00a0<em>In<\/em>: Ojasti, J. 1993. Utilizaci\u00f3n de la fauna silvestre en America Latina. Guia FAO Conservation.Judas, J. 1999. Ecologie du P\u00e9cari \u00e0 collier\u00a0<em>Tayassu Tajacu<\/em>\u00a0en for\u00eat tropicale humide de Guyane<br \/>\nfran\u00e7aise. Th\u00e8se de Docteur. Sciences de la Vie. Universit\u00e9 Fran\u00e7ois Rabelais Tours. 235p.Kiltie, R.A. 1980. Seed predation and group size of rain forest peccaries. Princenton Univ., Princeton p.170.\u00a0<em>In<\/em>: Ojasti, J. 1993. Utilizaci\u00f3n de la fauna silvestre en America Latina. Guia FAO Conservation.Mauro, R. Pott, A. Silva, M.P. 1997. Una propuesta de modelo de estados y transiciones para una sabana tropical inundable: El Pantanal Arenoso.\u00a0<em>Ecotropicos<\/em>, 10(2):99-112.Nogueira Filho, S. L. G., Sato, S., Nogueira, S. S. 1997. A Organiza\u00e7\u00e3o Social de Queixadas (<em>Tayassu pecari<\/em>) e Caititus (<em>Tayassu tajacu<\/em>) Em Cativeiro In: III Congresso Internacional Sobre<br \/>\nManejo de Fauna en la Amazonia Anais Anais. Santa Cruz de la Sierra \u2013 Bol\u00edvia, 1: 39 &#8211; 39Ojasti, J. 1993. Utilizaci\u00f3n de la fauna silvestre en America Latina. Guia FAO Conservation.Silva, J.S.V.; Abdon, M.M;. Silva, M.P; Romero, H.R. 1998. Levantamento do desmatamento no Pantanal Brasileiro at\u00e9 1990\/1991.\u00a0<em>Pesquisa Agropecu\u00e1ria Brasileira<\/em>\u00a033: 1739-1745.<\/p>\n<p>Silva, M.P.; Mauro, R.; Mour\u00e3o, G.; Coutinho, M. 1999. Conversion of Forest and woodlands to cultivated pastures in the wetland of Brazil.\u00a0<em>Ecotropicos<\/em>\u00a012(2):101-108.<\/p>\n<p>Sowls, L. K. 1974. Social behavior of the collared peccary,\u00a0<em>Dicotyles tajacu<\/em>\u00a0L. p. 144-165.\u00a0<em>In<\/em>\u00a0V.<br \/>\nGeist &amp; F. Walther (eds.). The behaviour of ungulates and its relation to management. IUCN. Morges, Switzerland.<\/p>\n<p>Sowls, L. K. 1978. Collared peccary.\u00a0<em>In<\/em>\u00a0Schmidt and Gilbert (1978), pp. 191-205.<\/p>\n<p>Sowls, L. K. 1984. The Peccaries. The University of Arizona, Tucson, Arizona. 251 p.<\/p>\n<p>Sowls, L. K. 1997. Javelinas and other peccaries: their biology, management and use. Texas A&amp;M University, College Station, Texas. 324 p<\/p>\n<p><a class=\"linktres\" style=\"color: #666666;\" href=\"http:\/\/www.embrapa.br:8080\/aplic\/bn.nsf\/b1bbbc852ee1057183256800005ca0ab\/0504ce07320b250483256ede0079c60a?OpenDocument\"><span style=\"color: #006633;\"><strong><br \/>\nP\u00c1GINAS SOBRE A ESP\u00c9CIE<\/strong><\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;\">http:\/\/csam.montclair.edu\/ceterms\/mammals\/peccary.html<\/span><\/p>\n<p>http:\/\/www.cab.int.co\/cab\/biocab\/biofauna\/especie\/pecaritajacu\/<\/p>\n<p>http:\/\/www.mct.gov.br\/prog\/ppg7\/projetos\/21.htm<\/p>\n<p>http:\/\/antalya.uab.es\/jcastella\/index.asp<\/p>\n<p>http:\/\/www.k12.de.us\/delmar\/MSschool\/sgiudice\/Cascades\/Pantanalproposal.htm<\/p>\n<p>http:\/\/www.cab.int.co\/cab\/biocab\/biofauna\/especie\/pecaritajacu\/<\/p>\n<p>http:\/\/bss.sfsu.edu\/geog\/bholzman\/courses\/fall99projects\/peccary.htm<\/p>\n<p>http:\/\/www.mct.gov.br\/prog\/ppg7\/pdf\/Livro107.pdf<br \/>\n<\/tr>\n<tr>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Divulga\u00e7\u00e3o Caititu Nomenclatura Zool\u00f3gica Ordem:\u00a0Artiodactyla Fam\u00edlia:\u00a0Tayassuidae Nome Popular:\u00a0Caititu ou Cateto Nome em ingl\u00eas:\u00a0Collared peccary Nome Cient\u00edfico:\u00a0Tayassu Tajacu\u00a0(Linnaeus 1758) Reprodu\u00e7\u00e3o: Gesta\u00e7\u00e3o de 142 a 148 dias N\u00famero de Cromossomos: 2n = [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"parent":175,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"class_list":["post-205","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/faunaeflora\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/205","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/faunaeflora\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/faunaeflora\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/faunaeflora\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/faunaeflora\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=205"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/faunaeflora\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/205\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":295,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/faunaeflora\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/205\/revisions\/295"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/faunaeflora\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/175"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/faunaeflora\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=205"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}