{"id":229,"date":"2014-05-26T17:25:11","date_gmt":"2014-05-26T17:25:11","guid":{"rendered":"http:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/faunaeflora\/?page_id=229"},"modified":"2014-05-27T14:54:59","modified_gmt":"2014-05-27T14:54:59","slug":"jaguatirica-leopardus-pardalis","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/faunaeflora\/mamiferos\/jaguatirica-leopardus-pardalis\/","title":{"rendered":"Jaguatirica &#8211;\u00a0Leopardus pardalis"},"content":{"rendered":"<table width=\"580\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"571\">\n<table width=\"564\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<table style=\"height: 289px;\" width=\"545\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"1\">Foto Kevin Fieldings, Faz. San Francisco, Pantanal de Miranda, MS.\u00a0<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-259 alignleft\" src=\"http:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/faunaeflora\/files\/2014\/05\/jaguat1.jpg\" alt=\"jaguat1\" width=\"351\" height=\"297\" srcset=\"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/faunaeflora\/files\/2014\/05\/jaguat1.jpg 437w, https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/faunaeflora\/files\/2014\/05\/jaguat1-300x254.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 351px) 100vw, 351px\" \/><\/td>\n<td width=\"5\"><\/td>\n<td width=\"320\">\n<p align=\"center\"><span style=\"color: #008000;\"><strong>Nomenclatura<br \/>\nZool\u00f3gica<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\">Reino:\u00a0Animalia<br \/>\nFilo:\u00a0Chordata<br \/>\nClasses:\u00a0Mammalia<br \/>\nOrdem:\u00a0Carnivora<br \/>\nFam\u00edlia:\u00a0Felidae<br \/>\nG\u00eanero:\u00a0<i>Leopardus<br \/>\n<\/i>Esp\u00e9cie:\u00a0<i>Leopardus pardalis<\/i><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica<\/strong><\/span><br \/>\nEsp\u00e9cie de felino encontrada apenas no continente americano, a jaguatirica (<em>Leopardus pardalis<\/em>) ocorre desde o sul dos EUA (Texas) at\u00e9 o norte da Argentina, por\u00e9m n\u00e3o habita altitudes maiores que 1200m. N\u00e3o existem registros desta esp\u00e9cie nas \u00e1reas altas do Peru ou em qualquer lugar do Chile (Murray e Gardner, 1997). No Brasil ocorre em todas as regi\u00f5es, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o do sul do Rio Grande do Sul (Oliveira e Cassaro, 1999).<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #008000;\">Caracter\u00edsticas f\u00edsicas<\/span>\u00a0<\/strong><br \/>\nA jaguatirica (<em>Leopardus pardalis<\/em>) \u00e9 um felino de porte m\u00e9dio (11 a 16 kg), sendo considerado o maior dos pequenos gatos pintados do continente americano (Murray e Gardner, 1997). No Brasil, existem quatro esp\u00e9cies de gatos pintados de pequeno porte, todos semelhantes entre si, causando uma certa confus\u00e3o na hora da identifica\u00e7\u00e3o correta do animal (Oliveira e Cassaro, 1999). Al\u00e9m disso, duas dessas esp\u00e9cies s\u00e3o comumente chamadas de jaguatirica:\u00a0<em>Leopardus pardalis<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Leopardus wiedii.<\/em>\u00a0A primeira \u00e9 maior e mais robusta, possui manchas que formam listras nas laterais do corpo e tem a cauda mediana. J\u00e1 a segunda \u00e9 mais conhecida como gato maracaj\u00e1 e pode ser diferenciada por possuir a cauda bem longa, um corpo mais delgado e os olhos proporcionalmente maiores, dando um aspecto de \u201colho esbugalhado\u201d.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #008000;\">Taxonomia<\/span><br \/>\n<\/strong><em>Leopardus pardalis<\/em>\u00a0\u00e9 uma das oito esp\u00e9cies de mam\u00edferos da fam\u00edlia Felidae (ordem Carnivora) que ocorrem no Brasil (Oliveira e Cassaro, 1999). O g\u00eanero\u00a0<em>Leopardus<\/em>\u00a0possui mais duas esp\u00e9cies al\u00e9m da jaguatirica:\u00a0<em>L<\/em>.<em>wiedii\u00a0<\/em>(gato maracaj\u00e1) e\u00a0<em>L<\/em>.\u00a0<em>tigrinus\u00a0<\/em>(gato-do-mato pequeno). Tamb\u00e9m ocorrem em nosso pa\u00eds a on\u00e7a-pintada (<em>Panthera onca<\/em>), a on\u00e7a-parda ou su\u00e7uarana (<em>Puma concolor<\/em>), o jaguarundi ou gato-mourisco (<em>Herpailurus yagouaroundi<\/em>), o gato-palheiro (<em>Oncifelis colocolo<\/em>) e o gato-do-mato grande (<em>Oncifelis geoffroyi<\/em>).<\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Habitat<\/strong><\/span><br \/>\nEmbora as jaguatiricas geralmente evitem \u00e1reas abertas durante o dia, \u00e0s vezes elas se alimentam nesses locais \u00e0 noite. Ocorrem em uma diversidade de h\u00e1bitats, florestas tropicais \u00famidas, florestas semidec\u00edduas, \u00e1reas alagadas e matas ciliares. Por\u00e9m, apesar da diversidade de h\u00e1bitats em que as jaguatiricas ocorrem, elas n\u00e3o s\u00e3o generalistas quanto a seu uso, ao contr\u00e1rio, estudos de padr\u00e3o de movimento indicam que elas est\u00e3o muito associadas a \u00e1reas de vegeta\u00e7\u00e3o arb\u00f3rea densa, sugerindo que ocupam uma faixa muito mais estreita de micro-h\u00e1bitats do que seria previsto por sua ampla distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica (Emmons, 1988; Nowell e Jackson, 1996).<\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Alimenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/span><br \/>\nAs jaguatiricas s\u00e3o animais carn\u00edvoros que, embora estejam aptas a ca\u00e7ar em \u00e1rvores, estudos de sua dieta indicam que elas s\u00e3o ca\u00e7adoras mais eficientes no ch\u00e3o. Alimentam-se de uma variedade de presas como aves, serpentes, lagartos, peixes e at\u00e9 caranguejos. Por\u00e9m, as principais presas das jaguatiricas s\u00e3o mam\u00edferos de pequeno porte (at\u00e9 1 kg), especialmente pequenos roedores silvestres de h\u00e1bitos noturnos (Emmons, 1987; Villa Meza\u00a0<em>et al<\/em>., 2003; Concone, 2004).<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #008000;\">Reprodu\u00e7\u00e3o<\/span>\u00a0<\/strong><br \/>\nEmbora os filhotes possam se tornar independentes das m\u00e3es ap\u00f3s um ano de vida, o intervalo entre ninhadas em ambiente natural \u00e9 de dois anos. A gesta\u00e7\u00e3o dura entre 72 e 82 dias e o n\u00famero de filhotes nascidos em geral \u00e9 de um ou dois. Os rec\u00e9m-nascidos t\u00eam os olhos azuis, os quais s\u00f3 ir\u00e3o se abrir aos 14 dias de vida e mudar\u00e3o de cor para o marrom ap\u00f3s cerca de tr\u00eas meses de idade (Murray e Gardner, 1997; Eisenberg e Redford, 1999). Os filhotes come\u00e7am a se sentar e a caminhar com tr\u00eas semanas, acompanham a m\u00e3e nas ca\u00e7adas a partir de 4 a 6 semanas, e passam a ingerir alimentos s\u00f3lidos com cerca de 8 semanas de idade. Eles s\u00e3o amamentados por at\u00e9 nove meses. Em vida livre as jaguatiricas podem viver por dez anos ou mais, e em cativeiro existem registros de animais com mais de 18 anos de vida (Murray e Gardner, 1997).<\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Conserva\u00e7\u00e3o<\/strong><\/span><br \/>\nA jaguatirica, assim como outras seis esp\u00e9cies de felinos brasileiros, est\u00e1 inclu\u00edda na mais recente lista de esp\u00e9cies da fauna brasileira amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o (MMA\/IBAMA, 2003). At\u00e9 meados da d\u00e9cada de 1980, a ca\u00e7a para o com\u00e9rcio de peles era a principal amea\u00e7a \u00e0s popula\u00e7\u00f5es de jaguatirica, por\u00e9m hoje as maiores fontes de amea\u00e7a s\u00e3o o desmatamento, a fragmenta\u00e7\u00e3o das florestas e o conseq\u00fcente isolamento gen\u00e9tico dessas popula\u00e7\u00f5es (Crawshaw, 1995; Bianchi, 2001). Estima-se que somente de 3 a 6% da distribui\u00e7\u00e3o original da jaguatirica esteja legalmente protegida (Nowell e Jackson, 1996).<\/p>\n<p>Os felinos s\u00e3o predadores do topo da cadeia alimentar e a sua extin\u00e7\u00e3o acarreta em uma s\u00e9rie de danos para o ecossistema. A maior parte das presas das jaguatiricas, e de outros felinos menores tamb\u00e9m, s\u00e3o roedores que se alimentam de sementes e brotos. Na aus\u00eancia dos predadores as popula\u00e7\u00f5es desses roedores aumentam de n\u00famero e, conseq\u00fcentemente, o consumo de sementes e brotos tamb\u00e9m aumenta, o que pode levar a mudan\u00e7as na composi\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies da floresta e at\u00e9 \u00e0 extin\u00e7\u00e3o de algumas esp\u00e9cies (Terborgh, 1990). Sem as jaguatiricas para ajudar no controle de suas presas, estas passam a competir ainda mais entre si, o que pode levar algumas esp\u00e9cies de presas tamb\u00e9m \u00e0 extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No Pantanal, a pr\u00e1tica do turismo ecol\u00f3gico em propriedades rurais tem revelado o potencial econ\u00f4mico de esp\u00e9cies emblem\u00e1ticas como a jaguatirica para o aumento dos dividendos advindos do turismo. Turistas mostram-se dispostos a pagar para ter a chance de avistar um animal como a jaguatirica em atividades de observa\u00e7\u00e3o de animais silvestres, o que indica a import\u00e2ncia destas atividades na conserva\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies da nossa fauna dentro de propriedades rurais (Concone, 2004).<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\"><span style=\"color: #008000;\"><strong>Respons\u00e1veis pelas fontes:<br \/>\n<\/strong><\/span>Henrique Villas Boas Concone<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\">Rodiney de Arruda Mauro<br \/>\nEmbrapa Gado de Corte<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\">Ludmilla Moura de Souza Aguiar<br \/>\nEmbrapa Cerrados<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<table width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><span style=\"color: #008000;\"><strong>Como citar essa p\u00e1gina<\/strong><\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"0\">\n<table width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"10\"><\/td>\n<td>CONCONE, H. V.; MAURO, R.A. &amp; AGUIAR, L.M.S.\u00a0 Jaguatirica &#8211;\u00a0<em>Leopardus pardalis<\/em>. Fauna e Flora do Cerrado, Campo Grande, Julho 2005. Dispon\u00edvel em: &lt; http:\/\/ www.cnpgc.embrapa.br\/series\/ema\/Ema.htm &gt;. Acesso em: &lt;\u00a0<strong>26 , Maio &gt; 114\u00a0<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<table width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><span style=\"color: #008000;\"><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<table width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td rowspan=\"2\">Bianchi, R.C. 2001.\u00a0 Estudo comparativo da dieta da jaguatirica,\u00a0<em>Leopardus pardalis\u00a0<\/em>(Linnaeus, 1758), em Mata Atl\u00e2ntica. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado. Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo, Vit\u00f3ria, ES.Concone, H.V.B. 2004.\u00a0 Aspectos da ecologia e conserva\u00e7\u00e3o da jaguatirica Leopardus pardalis (Carnivora: Felidae) em ambiente antropizado do Pantanal de Miranda, Mato Grosso do Sul. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, MS.Crawshaw, P.G. 1995.\u00a0 Comparative ecology of ocelot (Felis pardalis) and jaguar (Panthera onca) in a protected subtropical forest in Brazil and Argentina. PhD. Dissertation. University of Florida, Gainesville, Florida.Eisenberg, j.f. &amp; Redford, k.h. 1999.\u00a0 Mammals of the Neotropics, v.3 \u2013 The Central Neotropics: Ecuador, Peru, Bolivia, Brazil. The University of Chicago Press, Chicago.Emmons, L.H. 1987.\u00a0 Comparative feeding ecology of felids in a neotropical rainforest. Behavioral Ecology and Sociobiology 20, p.271-283.Emmons, L.H. 1988.\u00a0 A field study of ocelots in Peru. Revue Ecologie et la Terre Vie 43, p.133-157.Emmons, L.H.; Sherman, P.; Bolster, D.; Goldizen, A. &amp; Terborgh, J. 1989.\u00a0 Ocelot behavior in moonlight. In Advances in Neotropical Mammalogy (K.H. Redford &amp; J.F. Eisenberg, eds.). The Sandhill Crane Press, Inc., Gainesville, Florida, 614pp.Ludlow, M.E. &amp; Sunquist, M.E. 1987.\u00a0 Ecology and behavior of ocelots in Venezuela. National Geographic Research 3, p.447-461.Minist\u00e9rio do Meio Ambiente. 2003. Anexo \u00e0 Instru\u00e7\u00e3o Normativa no 3, de 27 de maio de 2003 &#8211; Lista das Esp\u00e9cies da Fauna Brasileira Amea\u00e7adas de Extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Murray, J.L. &amp; Gardner, G.L. 1997.\u00a0 Leopardus pardalis. Mammalian Species 548, p.1-10.<\/p>\n<p>Nowell, K. &amp; Jackson, P. 1996.\u00a0 Wild cats, status survey and conservation action plan. IUCN, Gland, Switzerland.<\/p>\n<p>Oliveira, T.G. &amp; Cassaro, K. 1999.\u00a0 Guia de Identifica\u00e7\u00e3o dos Felinos Brasileiros, 2\u00aaed. Sociedade de Zool\u00f3gicos do Brasil, S\u00e3o Paulo, SP.<\/p>\n<p>Terborgh, J. 1990. The role of felid predators in neotropical forests. Vida Silvestre Neotropical 2(2), p.3-5.<\/p>\n<p>Villa Meza, A.; Meyer, E.M. &amp; Gonz\u00e1lez, C.A.L. 2002.\u00a0 Ocelot (<em>Leopardus pardalis<\/em>) food habits in a tropical deciduous forest of Jalisco, Mexico. American Midland Naturalist 148, p.146-154.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"10\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<table width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><span style=\"color: #008000;\"><strong>Sites relacionados<\/strong><\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<table width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td rowspan=\"2\"><a href=\"http:\/\/www.carnivoreconservation.org\/\">www.carnivoreconservation.org<\/a><a href=\"http:\/\/www.cites.org\/eng\/resources\/species.html\">www.cites.org\/eng\/resources\/species.html<\/a><a href=\"http:\/\/www.ckwri.tamuk.edu\/feline\/ocelot.htm\">www.ckwri.tamuk.edu\/feline\/ocelot.htm<\/a><a href=\"http:\/\/www.for.nau.edu\/research\/pb1\/Service\/Ocelot_Lit.htm\">www.for.nau.edu\/research\/pb1\/Service\/Ocelot_Lit.htm<\/a><a href=\"http:\/\/www.procarnivoros.org.br\/\">www.procarnivoros.org.br<\/a><a href=\"http:\/\/www.procarnivoros.org.br\/\">www.science.smith.edu\/departments\/Biology\/VHAYSSEN\/msi<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"10\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto Kevin Fieldings, Faz. 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