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ago 20, 2014
Josimar Lima do Nascimento
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Capacitação tecnológica Embrapa e Senar habilita instrutores em Sistemas Integrados

Ano 10 – nº 1.276

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A educação a distância no Brasil tem seu marco inicial em 1904, com um treinamento de idiomas realizado no Rio de Janeiro. Mais tarde, entre 1922 e 1925, Roquette Pinto liderou um grupo que criou a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro que fornecia cursos de português, francês, esperanto, silvicultura, radiotelegrafia e telefonia pelas ondas do rádio. Décadas depois, a modalidade somou, em 2011, mais de 3,5 milhões de alunos, segundo dados do Censo EAD.BR 2011.

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 Esse instrumento que apresenta como vantagens a economia nos custos, a atualização rápida e a produção intelectual colaborativa é uma natural e potencial alternativa àqueles que precisam encurtar os quilômetros, entre eles, os técnicos e os agentes de extensão e assistência técnica do país. Seguindo o raciocínio, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) assinaram, em 2011, um acordo de cooperação técnica para fortalecer a transferência de tecnologia no campo. Dentre outros itens, o documento contempla a capacitação a distância para os educadores Senar, com o propósito de universalizar o ensino rural.


Na última semana, em Campo Grande-MS, encerrou-se o Módulo 1, de um total de seis, do curso “Sistemas Integrados Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF)”, com a temática “Particularidades dos Sistemas iLPF nos Biomas Brasileiros”. Pesquisadores da Embrapa Gado de Corte, Cerrados, Meio Norte, Arroz e Feijão, Florestas, Gado de Leite, Pecuária Sudeste, Pantanal, Caprinos e Ovinos, Suínos e Aves, Rondônia e Clima Temperado pormenorizaram o Sistema iLPF nos Biomas Amazônico, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal, Caatinga e Pampa.
“Quem for encarar o Sistema precisa buscar informação. A complexidade inerente exige mais dos envolvidos e por isso capacitar. A programação técnica foi baseada nas publicações da Embrapa lançadas sobre o assunto e no curso de iLPF, que terá sua 3ª edição em novembro. A Embrapa entrou com a sua equipe, a qual trabalha e estuda o tema há anos, e o Senar com sua experiência em educação. Esperamos, ao final, difundir mais a tecnologia e viabilizar um número maior de adoções da mesma”, acredita Roberto Giolo de Almeida, pesquisador e coordenador técnico do treinamento.
A positividade é partilhada com o pesquisador e um dos monitores da iniciativa, Lourival Vilela. Segundo ele, os “cursos no formato de videoaulas são uma nova tendência e a Empresa necessita aprimorar e intensificar o uso da ferramenta. A Embrapa ganha tendo maior capilaridade na difusão das tecnologias desenvolvidas nas Unidades e o setor produtivo, maior velocidade de acesso aos conhecimentos gerados pela Empresa”.
Em setembro e outubro seguem os Módulos abordando a “Introdução ao Sistema iLPF”, o “Componente Solo”, o “Componente Vegetal”, o “Componente Socioeconômico e Meio Ambiente” e o “Componente Animal”. Ao todo serão 120 horas/aula permitindo “a interação entre pesquisadores e técnicos que atuam no campo permitindo uma troca de conhecimentos e experiências que trará bons resultados, tanto para pesquisa como para os técnicos”, reforça a médica-veterinária Carolina Castilho Dias, analista de Transferência de Tecnologia da Empresa e um das responsáveis pela proposta.

Já foram habilitados, presencialmente, 160 instrutores Senar durante as gravações das videoaulas nas áreas de piscicultura, bovinocultura de leite e de corte e estão agendadas as formações em silvicultura no Bioma Mata Atlântica e Cerrado, vinculadas ao Projeto Biomas, e agricultura de precisão. De acordo com Patrícia Fontes Machado, coordenadora da Área de Projetos e Programas Nacionais do Senar, em negociação estão as capacitações em Olericultura, Fruticultura e Apicultura e “está previsto para agosto e setembro o lançamento de todos esses treinamentos realizados com a Embrapa, no formato EaD. As inovações estudadas pela Embrapa precisam chegar aos produtores, visando melhorar a produtividade, rendimento, diminuindo custos e aumentando os lucros e o Senar é a ponte entre quem faz a pesquisa e quem precisa dos resultados”.

 

A educação a distância no Brasil tem seu marco inicial em 1904, com um treinamento de idiomas realizado no Rio de Janeiro. Mais tarde, entre 1922 e 1925, Roquette Pinto liderou um grupo que criou a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro que fornecia cursos de português, francês, esperanto, silvicultura, radiotelegrafia e telefonia pelas ondas do rádio. Décadas depois, a modalidade somou, em 2011, mais de 3,5 milhões de alunos, segundo dados do Censo EAD.BR 2011.

 

Esse instrumento que apresenta como vantagens a economia nos custos, a atualização rápida e a produção intelectual colaborativa é uma natural e potencial alternativa àqueles que precisam encurtar os quilômetros, entre eles, os técnicos e os agentes de extensão e assistência técnica do país. Seguindo o raciocínio, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) assinaram, em 2011, um acordo de cooperação técnica para fortalecer a transferência de tecnologia no campo. Dentre outros itens, o documento contempla a capacitação a distância para os educadores Senar, com o propósito de universalizar o ensino rural.


Na última semana, em Campo Grande-MS, encerrou-se o Módulo 1, de um total de seis, do curso “Sistemas Integrados Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF)”, com a temática “Particularidades dos Sistemas iLPF nos Biomas Brasileiros”. Pesquisadores da Embrapa Gado de Corte, Cerrados, Meio Norte, Arroz e Feijão, Florestas, Gado de Leite, Pecuária Sudeste, Pantanal, Caprinos e Ovinos, Suínos e Aves, Rondônia e Clima Temperado pormenorizaram o Sistema iLPF nos Biomas Amazônico, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal, Caatinga e Pampa. 


“Quem for encarar o Sistema precisa buscar informação. A complexidade inerente exige mais dos envolvidos e por isso capacitar. A programação técnica foi baseada nas publicações da Embrapa lançadas sobre o assunto e no curso de iLPF, que terá sua 3ª edição em novembro. A Embrapa entrou com a sua equipe, a qual trabalha e estuda o tema há anos, e o Senar com sua experiência em educação. Esperamos, ao final, difundir mais a tecnologia e viabilizar um número maior de adoções da mesma”, acredita Roberto Giolo de Almeida, pesquisador e coordenador técnico do treinamento. 


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A positividade é partilhada com o pesquisador e um dos monitores da iniciativa, Lourival Vilela. Segundo ele, os “cursos no formato de videoaulas são uma nova tendência e a Empresa necessita aprimorar e intensificar o uso da ferramenta. A Embrapa ganha tendo maior capilaridade na difusão das tecnologias desenvolvidas nas Unidades e o setor produtivo, maior velocidade de acesso aos conhecimentos gerados pela Empresa”. 


Em setembro e outubro seguem os Módulos abordando a “Introdução ao Sistema iLPF”, o “Componente Solo”, o “Componente Vegetal”, o “Componente Socioeconômico e Meio Ambiente” e o “Componente Animal”. Ao todo serão 120 horas/aula permitindo “a interação entre pesquisadores e técnicos que atuam no campo permitindo uma troca de conhecimentos e experiências que trará bons resultados, tanto para pesquisa como para os técnicos”, reforça a médica-veterinária Carolina Castilho Dias, analista de Transferência de Tecnologia da Empresa e um das responsáveis pela proposta.


Já foram habilitados, presencialmente, 160 instrutores Senar durante as gravações das videoaulas nas áreas de piscicultura, bovinocultura de leite e de corte e estão agendadas as formações em silvicultura no Bioma Mata Atlântica e Cerrado, vinculadas ao Projeto Biomas, e agricultura de precisão. De acordo com Patrícia Fontes Machado, coordenadora da Área de Projetos e Programas Nacionais do Senar, em negociação estão as capacitações em Olericultura, Fruticultura e Apicultura e “está previsto para agosto e setembro o lançamento de todos esses treinamentos realizados com a Embrapa, no formato EaD. As inovações estudadas pela Embrapa precisam chegar aos produtores, visando melhorar a produtividade, rendimento, diminuindo custos e aumentando os lucros e o Senar é a ponte entre quem faz a pesquisa e quem precisa dos resultados”.

 

Redação: Dalízia Aguiar

 

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