{"id":235,"date":"2019-08-28T23:48:33","date_gmt":"2019-08-29T02:48:33","guid":{"rendered":"http:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/pecuaria-futuro\/?p=235"},"modified":"2019-08-29T17:06:34","modified_gmt":"2019-08-29T20:06:34","slug":"resolucao-de-imagens-e-tipo-de-drone-ainda-sao-desafios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/pecuaria-futuro\/2019\/08\/28\/resolucao-de-imagens-e-tipo-de-drone-ainda-sao-desafios\/","title":{"rendered":"Resolu\u00e7\u00e3o de imagens e tipo  de drone ainda s\u00e3o desafios"},"content":{"rendered":"\n<p>Thiago Santos, pesquisador da <a href=\"http:\/\/www.embrapa.br\/informatica-agropecuaria\">Embrapa Inform\u00e1tica Agropecu\u00e1ria <\/a>(Campinas-SP), disse que os pr\u00f3ximos passos de sua atividade no Pecu\u00e1ria do Futuro incluem definir a resolu\u00e7\u00e3o m\u00ednima das imagens para que a tecnologia do uso de drones para o manejo de pastagens seja colocada em opera\u00e7\u00e3o no campo. \u201cPode parecer uma tecnicalidade, mas \u00e9 algo muito importante para saber que tipo de aeronave vai conseguir cobrir as \u00e1reas dos pequenos, m\u00e9dios e grandes produtores\u201d, explicou.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/pecuaria-futuro\/files\/2019\/08\/pauta-3.0.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-236\" width=\"339\" height=\"254\" srcset=\"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/pecuaria-futuro\/files\/2019\/08\/pauta-3.0.jpg 700w, https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/pecuaria-futuro\/files\/2019\/08\/pauta-3.0-300x225.jpg 300w, https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/pecuaria-futuro\/files\/2019\/08\/pauta-3.0-600x450.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 339px) 100vw, 339px\" \/><figcaption>Thiago Santos falou do desafio de ajustar resolu\u00e7\u00f5es de imagens \u00e0 ferramenta<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos meses, o desenvolvimento da tecnologia avan\u00e7ou com a melhoria das estimativas, amplia\u00e7\u00e3o da base de dados e a chegada de nova integrante com experi\u00eancia em processamento de imagens e vis\u00e3o \u00e0 equipe. \u201cA gente tamb\u00e9m come\u00e7ou a investigar algumas ideias de como encontrar representa\u00e7\u00f5es para imagens que sejam mais f\u00e1ceis de fazer estimativas de biomassa\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p> <strong>Novo drone?<\/strong><br>Thiago disse que adaptar um drone j\u00e1 existente para que execute as fun\u00e7\u00f5es previstas no Pecu\u00e1ria  do Futuro \u00e9 mais f\u00e1cil do que criar um novo tipo de aeronave, embora ele n\u00e3o descarte essa possibilidade. \u201cH\u00e1 um novo tipo que est\u00e1 come\u00e7ando se popularizar, que \u00e9 o V-TOL, que tem caracter\u00edsticas do multirrotor, aquele que parece um mini-helic\u00f3ptero, mas com asa fixa\u201d, comentou. Esse equipamento \u00e9 capaz de decolar e subir na vertical. L\u00e1 em cima, ele entra em modo avi\u00e3o e voa dist\u00e2ncias maiores. \u201cA quest\u00e3o \u00e9 que quanto mais alto consegue voar, mais \u00e1rea a gente consegue cobrir com unidade de bateria. Quanto mais baixo voar para aumentar a resolu\u00e7\u00e3o, menos \u00e1rea se cobre\u201d, detalhou.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse caso, as op\u00e7\u00f5es se ramificam. \u201cSe a gente voar muito baixinho, n\u00e3o vai conseguir cobrir as \u00e1reas todas e ter\u00e1 que trabalhar com amostragem. Se tiver que voar alto, a gente talvez tenha que alterar a metodologia, investir em \u00f3tica melhor ou em c\u00e2meras mais poderosas que conseguem imagens de alta resolu\u00e7\u00e3o voando mais baixo&#8221;. Thiago disse ainda que depois dessas decis\u00f5es, ser\u00e1 preciso verificar como operacionalizar o uso da ferramenta pelo produtor. \u201cTem produtor que ter\u00e1 condi\u00e7\u00e3o de operar seus drones? Tem consultoria? Tem cooperativa? H\u00e1 uma grande oferta de aparelhos e softwares no mercado. \u00c9 muita coisa para coordenar\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante o evento, a produtora Maria Fernanda Guerreiro comentou que produtores mais jovens j\u00e1 est\u00e3o adquirindo drones para operar nas propriedades rurais. \u201cVai ser muito dif\u00edcil a gente ter uma solu\u00e7\u00e3o que atenda a todos. Provavelmente ser\u00e1 uma solu\u00e7\u00e3o estratificada para uma s\u00e9rie de players. Importante \u00e9 ter uma metodologia que funcione\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Prot\u00f3tipo<\/strong><br> Sobre o teste do prot\u00f3tipo, o pesquisador disse que o <em>feedback<\/em> que chega mais cedo sempre ajuda. Ele deu como exemplo a indica\u00e7\u00e3o de que a ferramenta contemple as invasoras de pastagens. \u201cN\u00e3o estava previsto inicialmente, mas \u00e9 importante para os produtores e a gente tem condi\u00e7\u00f5es de adaptar. Seria uma nova funcionalidade\u201d. Para ele, os stakeholders demonstraram que querer essa solu\u00e7\u00e3o das imagens de biomassa integrada a indica\u00e7\u00f5es de manejo. \u201cEles querem um software de suporte. Ent\u00e3o \u00e9 preciso integrar com os outros componentes: manejo do animal, manejo da pastagem e estoque da forragem. A gente tem tudo isso no Pecu\u00e1ria do Futuro e o que eles est\u00e3o pedindo \u00e9 tudo integrado.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Thiago Santos, pesquisador da Embrapa Inform\u00e1tica Agropecu\u00e1ria (Campinas-SP), disse que os pr\u00f3ximos passos de sua atividade no Pecu\u00e1ria do Futuro incluem definir a resolu\u00e7\u00e3o m\u00ednima das imagens para que a tecnologia do uso de drones para o manejo de pastagens seja colocada em opera\u00e7\u00e3o no campo. \u201cPode parecer uma tecnicalidade, mas \u00e9 algo muito importante &hellip; <\/p>\n<p class=\"link-more\"><a href=\"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/pecuaria-futuro\/2019\/08\/28\/resolucao-de-imagens-e-tipo-de-drone-ainda-sao-desafios\/\" class=\"more-link\">Continue lendo<span class=\"screen-reader-text\"> &#8220;Resolu\u00e7\u00e3o de imagens e tipo  de drone ainda s\u00e3o desafios&#8221;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":30,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-235","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/pecuaria-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/235","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/pecuaria-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/pecuaria-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/pecuaria-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/users\/30"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/pecuaria-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=235"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/pecuaria-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/235\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":276,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/pecuaria-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/235\/revisions\/276"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/pecuaria-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=235"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/pecuaria-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=235"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/pecuaria-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=235"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}