Deve-se dar preferência aos anti-helmínticos chamados de largo espectro, isto é, vermífugos que atuam em todas as espécies de vermes. A via de administração do vermífugo (oral, pour-on, injetável, intrarruminal) não é importante, escolhendo-se a que for conveniente. O que realmente importa é o princípio ativo do produto, que deve ser eficiente e de baixa toxicidade.
Pode-se usar o melhor anti-helmíntico do mercado inutilmente se for usado em categorias animais inapropriadas, ou em épocas erradas. Estima-se que cerca de 80% das doses de antihelmínticos utilizadas no Brasil sejam dadas erradamente e, portanto, sem retorno econômico.