Cerca de 70% de todo o custo de um sistema de produção deve-se à fase de cria. Adaptabilidade, fertilidade, habilidade maternal e tamanho
médio à maturidade das matrizes são características muito importantes a serem consideradas na escolha da(s) raça(s) que irá(ão) compor o rebanho de matrizes, para otimização dos custos de produção.

Quando se faz o cruzamento terminal, a raça dos touros, por outro lado, considerando a monta natural ou inseminação artificial, deve ser escolhida em função de características de crescimento e de terminação. Dessa forma, é fundamental a análise do biótipo das raças a serem trabalhadas em termos de adaptabilidade e tamanho adulto, que afetam o custo de mantença, musculosidade, precocidade (sexual e de acabamento de carcaça) e qualidade da carne.

A definição das estratégias do cruzamento, inclusive com relação à ordem no uso de cada uma das raças (maternal, rotacional e terminal), deve ser precedida pela análise de todas essas questões.