O controle químico pode ser feito do mesmo modo que é feito para a espécie Cornitermes cumulans com a ressalva de que nos montículos de Syntermes não se encontra facilmente a câmara celulósica. Assim sendo, recomenda­se fazer a perfuração de modo a não somente atravessar o montículo, mas também, penetrar de 20 cm a 30 cm abaixo do nível do solo. Outra variação é quanto ao número de orifícios. Enquanto para a espécie C. cumulans é feito apenas um orifício, nos montículos de Syntermes recomenda-se um orifício para cada metro quadrado de área estimada do cupinzeiro. Multiplicando-­se a maior largura pelo maior comprimento do cupinzeiro, tem­se sua área aproximada. Por exemplo, para um cupinzeiro com 4 m2, são feitas quatro perfurações.