A degradação das pastagens decorre de diversos fatores, como: uso de solos inapropriados do ponto de vista da sua aptidão agrícola, uso de forrageiras inadequadas para a área em questão, falta de medidas conservacionistas, superpastejo, não reposição de elementos químicos limitantes, compactação do solo, erosão, queimadas, pragas, etc.
O resultado é uma pastagem sem capacidade de manter o número mínimo admissível de animais por área, com rebrota e recuperação lenta, mesmo após longos períodos de vedação. Tanto a pastagem degradada como a pastagem em processo de degradação têm baixa capacidade de produção de forragem, comportam menor lotação do que anteriormente e proporcionam menor ganho de peso animal. O capim permanece baixo, mesmo quando vedado, e a pastagem apresenta manchas de solo descoberto, geralmente compactado, infestação de plantas invasoras e de pragas (cupim, formiga) e erosão. Quando atinge esse estágio, a pastagem não tem mais capacidade de recuperação natural.