A inseminação artificial consiste na coleta do sêmen do touro e sua aplicação, diretamente, no útero de vacas em cio, com instrumentos específicos. Pode-se usar o sêmen coletado e diluído a fresco ou o que foi congelado e conservado em botijões de nitrogênio líquido. Na transferência de embriões é necessário primeiro sincronizar o cio das vacas doadoras e das receptoras (barriga de aluguel). A doadora é induzida a uma super ovulação e, quando isto ocorre, é feita a coleta dos óvulos através de lavagem uterina: injeta-se, via vagina, uma solução fisiológica no útero e a recolhe de volta com a mesma seringa/sonda usada para a injeção. Com uso de peneira e microscópio os óvulos são localizados e fertilizados “in vitro”, isto é nos “vidros” do laboratório, ou seja, sobre esses óvulos despeja-se um pouco do sêmen previamente coletado do touro (fresco ou descongelado). Após um tempo de repouso para os embriões atingirem o estágio certo eles são introduzidos no útero da vaca receptora.