{"id":3118,"date":"2012-09-20T10:30:29","date_gmt":"2012-09-20T14:30:29","guid":{"rendered":"http:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/sac\/?p=3118"},"modified":"2015-10-15T09:55:02","modified_gmt":"2015-10-15T13:55:02","slug":"quais-as-melhores-racas-e-cruzamentos-para-o-gado-de-corte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/sac\/2012\/09\/20\/quais-as-melhores-racas-e-cruzamentos-para-o-gado-de-corte\/","title":{"rendered":"Quais as melhores ra\u00e7as e cruzamentos para o gado de corte?"},"content":{"rendered":"<p>N\u00e3o existe a melhor ra\u00e7a, aquela que seria sempre superior em qualquer situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As diversas ra\u00e7as tem caracter\u00edsticas (vantagens e desvantagens) diferentes e se adequam de maneira diferente aos diversos sistemas de produ\u00e7\u00e3o de bovinos existentes. A ra\u00e7a mais criada no Brasil \u00e9 a Nelore. Veja outras em: https:\/\/www.embrapa.br\/gado-de-corte\/busca-de-publicacoes\/-\/publicacao\/busca\/ra%C3%A7as<\/p>\n<p>De um modo geral, a ra\u00e7a nelore (www.nelore.org.br) \u00e9 a melhor op\u00e7\u00e3o para a cria\u00e7\u00e3o a pasto e mais extensiva na regi\u00e3o do Cerrado, principalmente por oferecer abundante material gen\u00e9tico para se iniciar (matrizes de base) ou melhorar um rebanho j\u00e1 existente (rebanho de elite ou reprodutores finos).<\/p>\n<p>Fazendas mais organizadas e tendendo para os sistemas semi-intensivos (pastagens bem manejadas, bom controle sanit\u00e1rio, suplementa\u00e7\u00e3o alimentar no per\u00edodo seco) se beneficiam do cruzamento terminal (ou industrial) do nelore (ou outras ra\u00e7as zebu\u00ednas como o guzer\u00e1 e o tabapu\u00e3) com ra\u00e7as taurinas como o simental, charol\u00eas, limousin e outras. O cruzamento pode, neste caso, aumentar a produ\u00e7\u00e3o de carne da fazenda em cerca de 15%.<\/p>\n<p>Para fazendas com excelente gerenciamento (controle rigoroso do custo de produ\u00e7\u00e3o) e sistemas intensivos de produ\u00e7\u00e3o podem ser indicados o cruzamento do zebu com ra\u00e7as taurinas mais precoces e mais exigentes como o abeerden angus ou o tricruzamento envolvendo uma terceira ra\u00e7a como o caracu, o senepol ou o bonsmara.<\/p>\n<p>Em todo caso, a melhor solu\u00e7\u00e3o \u00e9 contactar um zootecnista de sua regi\u00e3o para melhor orient\u00e1-lo na an\u00e1lise de seu sistema de produ\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o da melhor composi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica para o seu rebanho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o existe a melhor ra\u00e7a, aquela que seria sempre superior em qualquer situa\u00e7\u00e3o. As diversas ra\u00e7as tem caracter\u00edsticas (vantagens e desvantagens) diferentes e se adequam de maneira diferente aos diversos sistemas de produ\u00e7\u00e3o de bovinos existentes. A ra\u00e7a mais criada no Brasil \u00e9 a Nelore. Veja outras em: https:\/\/www.embrapa.br\/gado-de-corte\/busca-de-publicacoes\/-\/publicacao\/busca\/ra%C3%A7as De um modo geral, a ra\u00e7a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":49,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[84,247,400],"class_list":["post-3118","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-melhoramento-animal","tag-cruzamento","tag-raca","tag-sistema-de-producao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/sac\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3118","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/sac\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/sac\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/sac\/wp-json\/wp\/v2\/users\/49"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/sac\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3118"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/sac\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3118\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6760,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/sac\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3118\/revisions\/6760"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/sac\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3118"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/sac\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3118"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cloud.cnpgc.embrapa.br\/sac\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3118"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}