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nov 16, 2016
Ronney R. Mamede

Raio X e “ultrassom” da inovação

Ano 8 – Edição 5

PricewaterhouseCoopers – PwC

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Estudo da Strategy& faz não apenas o raio X das empresas que mais investiram em P&D no mundo em 2015; um exame mais profundo revela as que investiram melhor. Seis brasileiras estão entre as mil da primeira lista.

Não há evidência estatística que correlacione altos investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) com melhores resultados empresariais. Porém é certo que inovar gera resultados, e dezenas de empresas estão aí para provar.

Não é apenas gastando mais em P&D, no entanto, que uma empresa se torna altamente inovadora. Mais importante do que o montante despendido é a forma como ele é usado, ou seja, como e onde os recursos são gastos. É o que mostra a 11ª edição do estudo Global Innovation 1000, realizado pela Strategy&, que traça um panorama das mil empresas de capital aberto que mais investiram em P&D no mundo.

A Apple é um exemplo de que gastar bem é mais importante do que gastar mais: a empresa norte-americana é a líder do ranking da inovação, mas aparece em 18º na lista das que mais investiram em P&D (US$ 6 bilhões em 2015). Já a Volkswagen, líder em investimentos, na ordem de US$ 15,3 bilhões, não está entre as dez mais inovadoras.

“Em comum, as primeiras empresas do ranking têm o fato de a inovação ser parte essencial de sua estratégia”, observa Eduardo Fusaro, Diretor da Strategy&. “Não necessariamente isso significa maiores gastos.” […]

Continue a leitura desse interessante artigo, clicando aqui.

 

Fonte: http://hbrbr.uol.com.br/raio-x-e-ultrassom-da-inovacao/, em 16/11/2016, às 14h55.

Imagem: http://www.freepik.es/vector-gratis/bombilla-hecha-de-engranajes_765955.htm#term=innovation&page=1&position=3

set 26, 2016
Ronney R. Mamede

Brasil leva até 11 anos para conseguir aprovar a patente de um produto novo

Ano 8 – Edição 4

Por Janaína Lepri, São Paulo/SP, 21/09/2016

Idea (Image)

Brasil é 30º colocado no ranking de patentes concedidas e que valem. A pilha de patentes à espera de aprovação é gigante: 211 mil pedidos.

Tudo começa com uma ideia. Se essa ideia for muito boa você tem que proteger, para ninguém copiar. O jeito de fazer isso é registrando a patente. O  número de patentes registradas é um dos jeitos de medir o grau de inovação de um país. Nessa corrida o Brasil fica muito atrás.

No ranking das patentes que foram concedidas e estão valendo os Estados Unidos lideram,
depois vem o Japão, a China, a Coreia do Sul, a Alemanha e a França. O Brasil é só o 30º colocado. A gente leva na média quase 11 anos para aprovar uma patente. É tanto tempo que alguns pedidos nem fazem mais sentido porque a tecnologia ficou ultrapassada.

Para se ter uma ideia do atraso, estão aprovando hoje um celular da época com modelo de flip, não funciona no touchscreen e nem tem acesso à internet. Dá para imaginar comprar um desses hoje em dia?

“São só 16 anos quando quase 35 modelos de lá pra cá foram lançados. É uma piada, o mundo tá andando de Fórmula 1 e nós de fusca”, alerta Sérgio Risola, diretor da Anprotec (Associação de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores).

“Na verdade estao se concedendo patentes para produtos que hoje sequer existem”, complementa Paulo Mól, superintendente de inovação da CNI.

E a pilha de patentes à espera de aprovação é gigante. Tem 211 mil pedidos. E todo esse trabalho está nas mãos de menos de 200 examinadores INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial).

“Se nós fizessemos uma comparação com o USPTO, o escritorio de patente dos Estados Unidos, nossos examinadores tem um volume 18 vezes maior do que o escritório norte-americano de examinadores por pedido de patente”, explica Luiz Otávio Pimentel, presidente do INPI.

Só a multinacional 3M Brasil tem 1,4 mil pedidos de patentes no Brasil. A cada ano, são mais de 200 requerimentos novos e, em média, só 40 aprovados.

“Sim, nós temos casos em que inclusive de produtos que se renovaram e que tivemos uma nova patente uma nova tecnologia uma melhoria no produto que a gente acabou fazendo novas patentes enquanto a patente nem tinha sido concedida, a gente já estava lancando novas patentes e novos produtos”, diz Camila Cruz Durlacher, diretora de pesquisa e desenvolvimento da 3M Brasil.

Se é difícil pra uma multinacional, imagine uma empresa menor, que nasceu como startup, como uma que fabrica colas ecológicas. A chinesa Wang Shu Chen quer expandir o negócio: usar na construção civil o produto que desenvolveu em laboratório. Ela entrou com o pedido de patente em 2007 e até agora nada.

“Registro de patente é super complicado. Você tem que dizer como é que você produz, toda a formulação, e aí qualquer um pode te copiar e se ele bota 0,1% menos de qualquer coisa, que não vai afetar nada na qualidade do produto, e o produto é semelhante, e aí já é outro produto para o pessoal de propriedade industrial”, conta a empresária Wang Shu Chen.

E aí todo o esforço e gasto com pesquisa e desenvolvimento acaba sendo perdido, um risco que afasta quem tem interesse em colocar dinheiro nas nossas ideias.

“Investidor não olha investimento se não entender que a propriedade intelectual está protegida”, pontua SérgioRrizola, diretor da Anprotec.

“Esse é o objetivo de uma patente, te assegurar essa exclusividade para que você possa investir em tecnologia”, ressalta Camila Cruz Durlacher, diretora pesquisa e desenvolvimento 3M Brasil.

Neste ano 70 examinadores vão reforçar o INPI, mas só o treinamento deles dura um ano e meio.

“Nós também precisamos de outras medidas, do ponto de vista da automação, da revisão de processos, uma certa desburocratização que é possivel, pra poder reduzir esse quadro e a gente poder chegar a entregar uma patente examinada em quatro anos”, afirma Luiz Otávio Pimentel, presidente do INPI.

“Seguramente quando existe propiedade industrial bem estabelecida você tem maior volume de produção de bens e servicos no país. Quando isso acontece, a população tem acesso a uma gama maior de produtos e serviços”, explica Paulo Mól, superintendente de inovação da CNI.

Em um ponto todo mundo concorda: não é só uma ideia que vai acabar com a montanha de pedidos esperando aprovação. São várias. E muito boas. Daquelas que até mereciam uma patente.

Assista a reportagem aqui.

 

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2016/09/brasil-leva-ate-11-anos-para-conseguir-aprovar-patente-de-um-produto-novo.html, em 26/09/2016, às 11h45.

abr 20, 2016
Ronney R. Mamede

Nariz inteligente: dispositivo ajuda a descobrir se a carne ainda está adequada para consumo

Ano 8 – Edição 3

Pessoas acostumadas a preparar os alimentos já devem estar familiarizadas com a situação de ficar em dúvida se determinada carne está ou não ultrapassando sua validade. Um gadget pode ser útil na cozinha com a sua capacidade de detectar se a carne refrigerada ainda está fresca o suficiente para consumo.

Depois de certo tempo na geladeira, não há alimento que resista ao tempo, mas nem sempre o nosso olfato é apurado o suficiente para detectar. Por isso, o FoodSniffer foi criado para detectar a temperatura e a umidade do peixe cru, bife e carne de aves, através de seus sensores de “eNose”. Esses “narizes” avançados sentem quaisquer gases fétidos desprendidos quando a comida já não está mais adequada para a refeição.

Augustas Alesiunas, criador e CEO da FoodSniffer, disse que teve “muitos casos de intoxicação alimentar no passado”. Ele é apenas mais um dos 1 em cada 6 americanos que sofrem intoxicação alimentar a cada ano. Estima-se que 3.000 pessoas morrem de doenças transmitidas por alimentos. Muitas vezes a comida parece ou cheira bem, mas já começou a perder a validade e pode conter bactérias que causam doenças.

O funcionamento é simples. O usuário aponta o dispositivo em direção à carne questionável, abrindo o aplicativo do widget em seu smartphone, e ele exibe os resultados do teste bio-orgânico. Os resultados vão dizer se a carne está fresca suficiente para que possa até mesmo ser comida crua – importante para fãs de sushi – ou se já iniciou o processo de deterioração, mas ainda é segura comer se for bem cozida. O último nível que o usuário pode obter na leitura é o vermelho — a carne é perigosa e não deve ser comida de modo algum.

O dispositivo custará US$ 130 e deverá chegar ao mercado em maio.

 

Fonte: http://www.tudocelular.com/acessorios/noticias/n70151/foodsnifer.html, em 20/04/2016, às 14h55.

abr 4, 2016
Ronney R. Mamede

Artigo: ambientes de inovação e cultura empreendedora para criar o futuro

Ano 8 – Edição 2

Por Evaldo Vilela – 30/03/2016, 13:41

“Necessitamos sair dos “cases”, ou seja, aumentar o volume e a velocidade das inovações, tanto para o mercado brasileiro como para o internacional. “

A Ciência no Brasil se consolidou nos últimos anos em um patamar muito bom em relação ao mundo. Ganhou e vem ganhando maior relevância na geração de conhecimentos novos, com um crescimento consistente dos grupos de excelência em pesquisa de classe internacional. Passamos a formar um expressivo número de jovens doutores talentosos, saídos de uma pós-graduação que cresceu muito, com qualidade e expressão em muitas áreas do conhecimento. Das agrárias à saúde, das exatas às humanidades temos avançado muito, também em áreas tecnológicas como na computação, engenharias e outras. Tudo isto graças a políticas públicas acertadas e investimentos crescentes desde a década de 1970. Poderíamos estar melhores, claro, se o fluxo dos recursos não tivesse sofrido interrupções em determinados períodos. Em tempos de corte no orçamento, inexplicavelmente, a C&T e a pesquisa e desenvolvimento são os que primeiro e mais sofrem. Na Inglaterra, nas crises, os recursos para C&T são aumentados, para alimentar a saída da crise! […]

Continue a leitura desse interessante artigo, clicando: aqui.

 

Fonte: http://simi.org.br/noticias/view/artigo-ambientes-de-inovacao-e-cultura-empreendedora-para-criar-o-futuro.html, em 04/04/2016, às 17h05.

mar 22, 2016
Ronney R. Mamede

Quem são os inventores de um pedido de patente?

Ano 8 – Edição 1

Por Vitor Hugo de Oliveira – 22/03/2016, 08:35

No contexto de proteção de criações intelectuais na modalidade de patentes, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI define que “o inventor/criador é o mentor intelectual”, ou seja, a pessoa que teve a ideia inicial da invenção, ou participou na execução e desenvolvimento da mesma.

Para abordar tópicos como este, a Secretaria de Negócios lança o primeiro número de seu Informe Técnico. Trata-se de uma publicação eletrônica quinzenal, de veiculação interna, dirigida aos CLPIs, pesquisadores, analistas, SPATs e gestores de UDs, com o propósito de internalizar temas ligados à inovação orientada para o mercado.

Com um tema por número, esta primeira edição chama a atenção para um assunto frequentemente questionado por Pesquisadores e Analistas: “Quem são os inventores de um pedido de patente?”

Boa leitura e … compartilhem.

Tags: patentes   ativos de inovação   negócios

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