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Gado de Corte recebe

Ano 11 – nº 1.299

 

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Uma comitiva de Mianmar (Birmânia) visitou Mato Grosso do Sul na última semana visando a exportação da carne brasileira e a capacitação de profissionais em assuntos relacionados ao setor agropecuário e ciência e tecnologia. A missão, coordenada pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC) e Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), foi acompanhada pela Superintendência Federal de Agricultura de Mato Grosso do Sul (SFA-MS) e percorreu um frigorífico na capital sul-mato-grossense, uma propriedade rural tecnificada e certificada para exportação próxima ao Pantanal  e a Unidade da Embrapa dedicada às pesquisas com gado de corte.


O país asiático com território um pouco maior que a soma das áreas de Minas Gerais e Santa Catarina tem clima de monções, é quase 50% coberto por florestas e bosques, produz diversos recursos naturais como gás natural, estanho, chumbo e pedras preciosas, entre elas, jades e rubis, e a população estimada em 52 milhões de habitantes, na qual vive 70% na zona rural, é alimentada, principalmente pelo cultivo de arroz e leguminosas. “Há condições tecnológicas no Brasil para colaborar no desenvolvimento de Mianmar, levando nosso modelo de criação tropical”, afirma Orlando Baez, superintendente do Mapa (SFA-MS).
Ele revela o interesse dos birmaneses em importar tanto carne apta para consumo quanto animal em pé, levado por navios até o sudoeste da Ásia continental. Para tal feito, Baez ressalta a ampla planta frigorífica presente no Estado, 39 habilitações para exportação, o parque de nutrição animal com mais de 100 estabelecimentos especializados, e a garantia de Mato Grosso do Sul exportar para todos os destinos, onde o Brasil tem mercado aberto e contratos.
Ministro de Agricultura, Pecuária, Pesca e Desenvolvimento Rural de Mianmar, Ohn Myint, destacou a posição líder do Brasil em exportação e no desenvolvimento de pesquisas tropicais como fator preponderante para a busca de relações comerciais mais efetivas. “Os sistemas pecuários em Mianmar são familiares, em sua maioria, mas visam negócios também. Temos 15 milhões de cabeças de gado de corte, que além de fornecer carne são utilizadas em tração, e 0,5 milhão de gado leiteiro”. Segundo ele, o país está em fase de abertura comercial, após um longo período sob regime militar e a cooperação com a Embrapa auxiliará na capacitação técnica dos profissionais birmaneses. Na Unidade Gado de Corte, o grupo teve reuniões com a chefia geral e de pesquisa e desenvolvimento do Centro, encontrou-se com pesquisadores de nutrição animal e sistemas integrados e conheceu a vitrine tecnológica, com destaque para as forrageiras tropicais.
A missão era composta pelo ministro Myint e mais seis membros do governo birmanês. Antes de chegarem a Campo Grande, o grupo participou de reuniões com a ABIEC e ABPA em São Paulo, com a Confederação Nacional de Agricultura (CNA) e a Secretaria de Defesa Agropecuária/Mapa em Brasília-DF e fecharam a viagem em frigoríficos avícolas instalados no Paraná.

Uma comitiva de Mianmar (Birmânia) visitou Mato Grosso do Sul na última semana visando a exportação da carne brasileira e a capacitação de profissionais em assuntos relacionados ao setor agropecuário e ciência e tecnologia. A missão, coordenada pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC) e Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), foi acompanhada pela Superintendência Federal de Agricultura de Mato Grosso do Sul (SFA-MS) e percorreu um frigorífico na capital sul-mato-grossense, uma propriedade rural tecnificada e certificada para exportação próxima ao Pantanal  e a Unidade da Embrapa dedicada às pesquisas com gado de corte. 

O país asiático com território um pouco maior que a soma das áreas de Minas Gerais e Santa Catarina tem clima de monções, é quase 50% coberto por florestas e bosques, produz diversos recursos naturais como gás natural, estanho, chumbo e pedras preciosas, entre elas, jades e rubis, e a população estimada em 52 milhões de habitantes, na qual vive 70% na zona rural, é alimentada, principalmente pelo cultivo de arroz e leguminosas. “Há condições tecnológicas no Brasil para colaborar no desenvolvimento de Mianmar, levando nosso modelo de criação tropical”, afirma Orlando Baez, superintendente do Mapa (SFA-MS). 

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Ele revela o interesse dos birmaneses em importar tanto carne apta para consumo quanto animal em pé, levado por navios até o sudoeste da Ásia continental. Para tal feito, Baez ressalta a ampla planta frigorífica presente no Estado, 39 habilitações para exportação, o parque de nutrição animal com mais de 100 estabelecimentos especializados, e a garantia de Mato Grosso do Sul exportar para todos os destinos, onde o Brasil tem mercado aberto e contratos.

Ministro de Agricultura, Pecuária, Pesca e Desenvolvimento Rural de Mianmar, Ohn Myint, destacou a posição líder do Brasil em exportação e no desenvolvimento de pesquisas tropicais como fator preponderante para a busca de relações comerciais mais efetivas. “Os sistemas pecuários em Mianmar são familiares, em sua maioria, mas visam negócios também. Temos 15 milhões de cabeças de gado de corte, que além de fornecer carne são utilizadas em tração, e 0,5 milhão de gado leiteiro”. Segundo ele, o país está em fase de abertura comercial, após um longo período sob regime militar e a cooperação com a Embrapa auxiliará na capacitação técnica dos profissionais birmaneses. 

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Na Unidade Gado de Corte, o grupo teve reuniões com a chefia geral e de pesquisa e desenvolvimento do Centro, encontrou-se com pesquisadores de nutrição animal e sistemas integrados e conheceu a vitrine tecnológica, com destaque para as forrageiras tropicais.


A missão era composta pelo ministro Myint e mais seis membros do governo birmanês. Antes de chegarem a Campo Grande, o grupo participou de reuniões com a ABIEC e ABPA em São Paulo, com a Confederação Nacional de Agricultura (CNA) e a Secretaria de Defesa Agropecuária/Mapa em Brasília-DF e fecharam a viagem em frigoríficos avícolas instalados no Paraná.

Redação: Dalízia Aguiar

 

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