É possível, mas essa prática diminui a produtividade a longo prazo e compromete a longevidade da pastagem. Isso ocorre porque não é possível manejar nenhuma das espécies de modo ótimo. A um tempo, uma será prejudicada, e no momento seguinte a outra, ou permanentemente uma delas, levando ao seu desaparecimento e até a degradação da pastagem.
Excepcionalmente, essa prática pode ser usada em áreas que apresentam grande variação no solo em relação a manchas com excesso de umidade, acelerando a degradação e a morte de algumas espécies forrageiras.
Também pode-se admitir essa prática no caso das braquiárias humidícola e dictioneura, por serem muito lentas na formação (90 a 150 dias), pois isso pode evitar erosão e aparecimento de invasoras.