Em primeiro lugar, devem ser consideradas as características climáticas do local, pois as forrageiras têm sua sobrevivência e produtividade limitadas pelo volume e distribuição das chuvas, temperatura, luminosidade e ocorrência de geadas ou veranicos.

Quanto ao solo, deve-se observar sua fertilidade, declividade, presença de impedimentos mecânicos ao preparo, umidade e exposição ao alagamento.

Devem ser consideradas também as forrageiras já existentes na propriedade, o método de pastejo a ser usado, os hábitos de pastejo e exigências nutricionais dos animais; as finalidades complementares da forragem (pastejo, feno-em-pé, silagem) e a resistência a pragas e doenças.