Em algumas circunstâncias, pode ser viável a formação de uma nova raça, a partir de raças puras originais; opção na qual se inserem as denominadas raças compostas, geralmente formadas a partir de cruzamentos entre raças das espécies B. taurus e B. indicus, com o intuito de se obter animais que combinem, da melhor forma possível, a adaptabilidade e rusticidade do zebuíno com a produtividade do taurino.
Essa alternativa, no entanto, é muito mais trabalhosa quando comparada com o uso de raças puras e/ou de cruzamentos. Envolve a necessidade de planejamento de longo prazo, rigor na escrituração zootécnica e muito mais recursos, tanto em termos de tamanho do rebanho base como de tempo, até a consolidação das características-padrão da nova raça.
Por outro lado, após a sua formação, o manejo de uma raça composta é semelhante ao de uma raça pura. Várias são as estratégias de formação de uma nova raça. A maioria delas segue o exemplo da raça Santa Gertrudis, com a composição 5/8 Shorthorn e 3/8 Brahman.