O produto apresenta características de composição e palatabilidade que o fazem superior ao fosfato bicálcico, além de ser mais barato. Seu único inconveniente é o seu nível de flúor (F), que está em torno de 0,5%. Na legislação vigente, é aceito que ele possa ter até 0,7%. O regulamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) também estabelece que, além de ser ingrediente cadastrado como adequado para alimentação animal, o nível máximo de flúor na mistura mineral é de 2.000 mg de flúor por kg do produto (0,2%), e que no máximo haja 40 mg de flúor por kg de matéria seca ingerida. Assim, desde que se obedeça a esses limites, o supertriplo pode ser usado como fonte de fósforo para bovinos, sem qualquer risco para a sua saúde ou desempenho. A Instrução Normativa (IN) que disciplina seu uso é a nº 1 de 2/5/2000 e, além de menos de 0,7% de flúor, deve ter, entre outras exigências, no mínimo 20% de fósforo e, no máximo, 16% de cálcio.