Normalmente, o produtor só recebe pelo peso (em arrobas) das carcaças dos animais abatidos, não lhe cabendo nenhuma remuneração pelo couro e demais subprodutos. Entretanto, essa situação tende a mudar, dado o significativo aumento nas exportações brasileiras de couro.

Nesse sentido, cita-se o caso de um frigorífico que implantou um programa de classificação do couro, incentivando e orientando o produtor no que diz respeito ao manejo e cuidado com os animais, visando à qualidade do couro. O produto é classificado em sete categorias, e o pecuarista recebe um adicional por couro classificado na 1ª ou 2ª categoria.