O capim-pangola pode ser oferecido a ovinos, não ocorrendo nenhum contratempo, 4 meses após o plantio das mudas realizado até meados de novembro.
O capim-pangola pode ser oferecido a ovinos, não ocorrendo nenhum contratempo, 4 meses após o plantio das mudas realizado até meados de novembro.
No caso da semeadura a lanço, uma vez o solo esteja bem destorroado (uma boa gradagem niveladora antes da semeadura) o peso dos pneus será o suficiente. O objetivo desta operação e evitar que a semente fique solta sobre o solo, pois, para uma boa germinação, ela precisa absorver água das partículas do solo e por isso deve se promover um bom contato da semente com o solo através da passagem do rolo de pneus ou outro implemento.
O pastejo rotacionado é uma ferramenta para intensificar o uso das pastagens e aumentar a produção de carne por hectare. Os capins indicados são aqueles que tem crescimento rápido, produzem grande volume de forragem de qualidade e respondem bem a aplicação de fertilizantes e até irrigação. Entre eles podemos citar o tanzânia, o mombaça e, em certos casos, o xaraés e o marandu (brizanta). O pastejo rotacionado exige a divisão da área em piquetes, o uso da cerca elétrica e gerenciamento mais intensivo, pois torna-se necessário um planejamento cuidadoso da distribuição dos piquetes (corredores, água etc), uma escolha criteriosa dos animais a serem criados, um controle sanitário mais rigoroso, estratégia para aquisição de fertilizantes ao menor preço e acompanhamento constante do crescimento do capim para por no piquete o número certo de animais que melhor aproveitará a forragem produzida. Este rigor no gerenciamento é necessário para reduzir os riscos de prejuízos frente aos altos custos dos insumos (adubos, cercas, energia, alimentos) no sistema de pastejo rotacionado. O manejo do pasto pode ser com tempo fixo ou com tempo variável. O manejo com tempo fixo é mais simples e consiste em estabelecer uma sequência e cronograma de entrada e saída dos piquetes. Um exemplo: numa rotação de 5 dias de pastejo com 35 dias de descanso os animais entrarão no primeiro piquete e ficarão até o quinto dia, passarão para o segundo e ficarão até o 10º dia, passarão ao terceiro, quarto, …, até chegar ao oitavo piquete. Nesse ponto o primeiro piquete completou 35 dias de descanso e pode ser ocupado novamente. Nesse manejo é importante regular a carga de animais para que o capim produzido no período de descanso seja consumido no período de ocupação, sem sobras nem superpastejo. No outro caso, não fixa nem o número de dias de descanso nem o de ocupação, nem a seqüência de entrada nos piquetes. Os animais são postos no piquete quando o capim atinge um “ponto de entrada” caracterizado por uma certa altura e certa massa de folhas que varia de capim para capim e se aprende a determinar na prática ou por treinamento acompanhado de aparelhos (réguas e fotômetros). Nesse manejo o ponto de saída também e fixado em uma altura de corte e desfolha da planta pelo pastejo, que também é variável de capim para capim e com as estações do ano. Neste caso a lotação do piquete visa não só o consumo adequado da forragem produzida, mas também a sincronização do momento de saída de um piquete com a entrada em outro. É um manejo mais complexo e só deve ser iniciado com o acompanhamento de um zootecnista. O pastejo rotacionado só se deve aplicar à uma parcela do rebanho e das pastagens, pois tanto exige pastos de apoio quanto animais reguladores de carga. Além disso, é necessário usar rações para suplementação alimentar de rotina no período seco e manter uma área de cana para suplementação emergencial de volumosos quando a seca for mais longa que o normal. Veja informações adicionais nas publicações listadas abaixo.
Uso intensivo de pastagens: http://old.cnpgc.embrapa.br/publicacoes/cot/COT54.html
Cana-de-açúcar: uma alternativa de alimento para a seca: https://www.embrapa.br/gado-de-corte/busca-de-publicacoes/-/publicacao/325574/cana-de-acucar-uma-alternativa-de-alimento-para-a-seca
Utilização da cana-de-açúcar na alimentação de bovinos: http://old.cnpgc.embrapa.br/publicacoes/divulga/divulga_pdf/gdcd23.pdf
Suplementação de bovinos em pastejo: https://www.embrapa.br/gado-de-corte/busca-de-publicacoes/-/publicacao/325191/suplementacao-de-bovinos-em-pastejo
Comumente um hectare suporta uma unidade animal (UA), ou um animal adulto com peso vivo de 450 kg. Entretanto, a capacidade de suporte pode cair para 0,5 UA/ha em casos de pasto degradado ou 0,1 UA /ha em algumas pastagens nativas do Pantanal. Por outro lado, uma pastagem, no verão, bem adubada, irrigada e rotacionada pode suportar 15 UA/ha. Se os animais forem jovens (com 0,75 UA) então a lotação pode chegar a 20 cabeças por hectare.
Para essa região as forrageiras mais indicadas são o capim-xaraés, capim-marandu e capim-massai nos solos de média fertilidade. Os locais mais férteis podem ser cultivados com capim-tanzânia e capim-mombaça, e nos mais fracos com dictioneura e humidícola. São também recomendadas as leguminosas puerária e amendoim forrageiro para consórcio com os capins acima. A puerária é indicada para consórcio com os capim de solos mais férteis e o amendoim nos outros solos. Mais informações sobre a tecnologia para aquela região podem ser obtidas na Embrapa Amazônia Oriental (www.embrapa.br/amazonia-oriental).
As melhores fontes de volumoso para confinamento são o milho, o sorgo granífero e o girassol (ensilagem), sorgo forrageiro e capim-napier (corte a fresco e ensilagem), capim-tanzânia e capim-mombaça (pastejo, fenação e ensilagem), tifton, xaraés e marandu (pastejo, fenação e feno-em-pé), todas viáveis para sistemas irrigados por aspersão. Sugerimos contactar um zootecnista de sua região para melhor orientá-lo quanto a melhor opção segundo as características do seu sistema de produção.
As braquiárias desenvolvidas pela Embrapa devem ser utilizadas de acordo com as características da tabela abaixo:
| Cultivares | Principais atributos | Solos | Manejo do pastejo | Pragas |
| Marandu | Resistente às cigarrinhas típicas das pastagens (gêneros Notozulia e Deois). Ampla adaptação geográfica e boa produtividade de forragem. | Indicada para solos de média fertilidade. Saturação por bases em torno de 40 a 45% na profundidade de 0-20 cm. Não apresenta tolerância a solos mal drenados. | Em pastejo contínuo a altura da pastagem deve permanecer entre 20 a 35cm. Altura do primeiro pastejo de 30 a 40 cm. | Resistente às cigarrinhas típicas das pastagens (gêneros Notozulia e Deois). Não apresenta resistência às cigarrinhas da cana-de-açucar (gênero Mahanarva) |
| Xaraés | Elevada produção de forragem e taxa de lotação na época das águas, o que resultada em maior produtividade animal nesse período do ano, quando comparada com as demais cultivares de B. brizantha. | Indicada para solos de média a elevada fertilidade. Saturação por bases mínima de 40% na profundidade de 0-20 cm. Mais exigente em fertilidade do solo dentre as cultivares de B. brizantha. Melhor adaptação a solos mal drenados em relação a Marandu, porém não recomendada para essas condições. Adapta-se bem em solos arenosos de boa fertilidade. | Em pastejo continuo a altura da pastagem deve permanecer entre 20 a 45 cm . Altura do primeiro pastejo deve ser de 30 a 40 cm. | Medianamente resistente às cigarrinhas típicas das pastagens (gêneros Notozulia e Deois). Em condições de campo não apresenta danos expressivos ao ataque de cigarrinhas. Não apresenta resistência às cigarrinhas da cana-de-açucar (gênero Mahanarva) |
| BRS Piatã | Produção de folhas de melhor valor nutritivo, especialmente no período seco, quando comparada a Marandu. Pode ser utilizada em consórcio com gramíneas anuais (milho safrinha), rseultando em boa produtividade de palhada e cobertura de solo. | Indicada para solos de média fertilidade. Saturação por bases mínima de 40% na profundidade de 0-20 cm. Exigência em fertilidade do solo semelhante a Marandu. Baixa adaptação a solos mal drenados, porém melhor do que a Marandu. Adapta-se bem a solos arenosos de boa fertilidade. | Em pastejo continuo a altura da pastagem deve permanecer entre 25 a 35 cm , em pastejo rotacionado a altura da pastagem deve ser aproximadamente 35cm na entrada e 20 cm na saida. Altura do primeiro pastejo deve ser de 30 a 40 cm. | Resistente às cigarrinhas típicas das pastagens (gêneros Notozulia e Deois). Não apresenta resistência às cigarrinhas da cana-de-açucar (gênero Mahanarva) |
| BRS Paiaguás | Perido seco: maior disponibilidade de folhas de melhor valor nutritivo resultando em maiores ganhos de peso por animal e área, em relação a Marandu e BRS Piatã. Na integração lavoura-pecuária é de facil utilização com milho safrinha para produção de forragem de outuno-inverno e/ou palhada. Baixas doses de glifosato para dessecação, semelhante a utilizada para B. ruziziensis. Hospedeira do nematoide Pratylenchus brachyurus, assim como as demais cultivares de B. brizantha, não devendo ser utilizada em áreas infestadas por este nematoide. | Indicada para solos de média fertilidade. Saturação por bases em torno de 35 a 40% na profundidade de 0-20 cm. Dentre as cultivares de B. brizantha é a menos exigente em fertilidade do solo. Baixa adaptação a solos mal drenados. | Em pastejo continuo a altura da pastagem deve permanecer entre 20 a 35 cm . Altura do primeiro pastejo deve ser de 30 a 40 cm. | Baixa resitência às cigarrinhas típicas das pastagens (gêneros Notozulia e Deois). Não apresenta resistência às cigarrinhas da cana-de-açucar (gênero Mahanarva). Dentre as cultivares de B. brizantha é a que apresenta menor resistência a essa praga. Não indicada para áreas com histórico de altas infestações de cigarrinhas. |
| BRS Tupi | Tolerância a solos com alagamento temporário. Melhor estabelecimento e distribuição da produção de forragem ao longo do ano em relação a B. humidicola cv. Comum. Consorcia-se muito bem com a leguminosa Arachis pintoi (amendoim forrageiro) no bioma Amazônico. | Indicada para solos de baixa a média fertilidade. Saturação por bases em torno de 35 a 40% na profundidade de 0-20 cm. Elevada tolerância a solos mal drenados. | Em pastejo continuo a altura da pastagem deve permanecer entre 10 a 20 cm. A BRS Tupi tem a tendência a acamar quando manejada com taxa de lotação baixa na época das águas, visto que apresenta maior crescimento do que a B. humidicola cv. Comum. Um pastejo mais intenso na primavera/verão (10 cm de altura) pode evitar o problema. | Resistente às cigarrinhas típicas das pastagens (gêneros Notozulia e Deois) por tolerância. Não sofre danos expressivos sob ataque de cigarrinhas, porém é boa planta hospedeira do inseto. |
Os coloniões desenvolvidos pela Embrapa devem ser utilizadas de acordo com as características da tabela abaixo:
| Cultivares | Produção e Qualidade da Forragem | Solos | Manejo do pastejo | Pragas |
| BRS Zuri | Produção de 21,8 t/ha/ano de matéria seca foliar . Os teores de proteína bruta varariam de 11 a 15% nas folhas e 7 a 12% nos colmos. | Recomendada para solos de média a alta fertilidade ou após o cultivo de lavouras anuais quando em solos de média e baixa fertilidade. | Deve ser manejada preferencialmente sob pastejo rotacionado. Recomenda-se altura de entrada 70-75 cm e altura de saida 30-35 cm. | Resistente (por antibiose) às Cigarrinhas-das-pastagens Notozulia entreriana,Deois flavopicta e Mahanarva fimbriolata. Suscetível ao nematoíde das lesões radiculares ( Pratylenchus brachyurus ) sendo considerada hospedeira. |
| BRS Tamani | Produção de 15 t/ha/ano de matéria seca foliar . Os teores de proteína bruta de 9% . | Recomendada para solos de média a alta fertilidade ou após o cultivo de lavouras anuais quando em solos de média e baixa fertilidade. | Deve ser manejada preferencialmente sob pastejo rotacionado. Recomenda-se altura de entrada 55 cm e altura de saida 20-25 cm. | Resistente às ninfas das Cigarrinhas-das -pastagens Notozulia entreriana,Deois flavopicta e Mahanarva fimbriolata. Suscetível ao nematoíde das lesões radiculares ( Pratylenchus brachyurus ) sendo considerada hospedeira. |
| BRS Massai | Produção de 25t/ha/ano de matéria seca foliar . Os teores de proteína bruta varariam de 9,7 % nas folhas e 8,3% nos colmos. | Recomendada para solos de média a alta fertilidade, é uma das cultivares de Panicum mais tolerantes ao aluminio do solo. | Deve ser manejada preferencialmente sob pastejo rotacionado. Recomenda-se altura de entrada 55 cm e altura de saida 20-25 cm.Altura do primeiro pastejo deve ser de 40 a 50 cm. | Boa resistência à Cigarrinha das pastagens |
| Mombaça | Produção de 33t/ha/ano de matéria seca foliar . Os teores de proteína bruta varariam de 13% nas folhas e 9,7% nos colmos. | Recomendada para solos de média a alta fertilidade ou após o cultivo de lavouras anuais quando em solos de média e baixa fertilidade. | Deve ser manejada preferencialmente sob pastejo rotacionado. Recomenda-se altura de entrada 80-70 cm e altura de saida 40 cm.Altura do primeiro pastejo deve ser de 70 a 80 cm. | Média resistência à Cigarrinha das pastagens |
É possível manter 4,0 UA/ha no pastejo contínuo, embora não seja o mais recomendável. Face ao maior esforço administrativo necessário para garantir o sucesso do pastejo intensivo contínuo e ao volume de recursos demandados para o custeio deste manejo (adubações nitrogenadas, potássicas e fosfáticas de manutenção) é bom considerar a redivisão dos pastos para o pastejo rotacionado.
A exploração intensiva de pastagens sob lotação contínua só é possível com certo número de divisões dos pastos e somente em 25 a 35% da área disponível. Isso porque a carga animal, ou taxa de lotação, terá que ser variável acompanhando a disponibilidade de forragem de modo a manter estável a pressão de pastejo (quilos de peso vivo / quilos de forragem disponível).
Para o melhor aproveitamento da forragem produzida sob adubação (uma forragem mais cara, portanto) é preciso manter a pastagem muito próximo da altura ótima de pastejo regulando a taxa de lotação para consumir exatamente o capim que estiver crescendo. Se a lotação for muito alta a pastagem vai ficar mais baixa, reduzir sua produção e proporcionar um ganho de peso menor. Nesta situação cai a proporção de folhas e aumenta a proporção de talos, reduzindo o valor nutritivo da dieta dos animais. Se a lotação for muito baixa a produção de carne por área também vai ser menor, primeiro porque o número de animais é menor do que o ótimo e depois porque o capim vai passar do ponto, reduzindo desta forma o valor nutritivo da forragem disponível.
Assim, manter esta carga variável na pastagem explorada intensivamente implica, naturalmente, que os animais sejam levados para outro pasto quando cair a produção de forragem e de lá trazidos quando estiver sobrando capim. É muito importante que parte da área de “reserva” seja manejada para produção de feno-em-pé pois, embora no verão a área adubada suporte 4 UA/ha, na seca a capacidade de suporte cairá para 1 UA/ha requerendo uma reserva de alimentos para as outras 3 UA/ha.
O manejo intensivo de pastagens requer outras medidas suplementares:
– acompanhamento da fertilidade do solo para reposição dos nutrientes extraídos pelas pastagens;
– suplementação alimentar no período seco, para atender ao potencial de crescimento dos animais durante todo o ano;
– escolha de animais com potencial de resposta ao manejo intensivo (bezerros desmamados com 190-200 kg);
– treinamento da mão-de-obra e adequação das instalações para redução do estresse de manejo;
– manutenção de medidas profiláticas contra perdas sanitárias (verminose, carrapato, mosca-dos-chifres etc.)
– atendimento aos princípio das boas práticas de manejo.
Para intensificação do manejo das pastagens recomendamos a leitura das publicações listadas abaixo e sugerimos consultar um zootecnista da região para obter orientação específica na implantação do sistema intensivo de exploração das pastagens.
“Uso Intensivo de Pastagens”: https://www.embrapa.br/gado-de-corte/busca-de-publicacoes/-/publicacao/321654/uso-intensivo-de-pastagens
“Manejo de Pastagens para Produção de Feno-em-Pé”: https://www.embrapa.br/gado-de-corte/busca-de-publicacoes/-/publicacao/325243/manejo-de-pastagens-para-producao-de-feno-em-pe
“Boas Práticas na Produção de Bovinos de Corte”: https://www.embrapa.br/gado-de-corte/busca-de-publicacoes/-/publicacao/325565/boas-praticas-na-producao-de-bovinos-de-corte
A braquiária brizanta tem um longo período de maturação das sementes, de modo que quando a maior parte delas já está madura outra parte ainda está verde e se for esperar a maturação das sementes mais tardias, as mais precoces já terão caído do cacho. Assim, quando se colhe a semente no cacho, uma parte delas ainda está imatura e não terá condições de germinar. Por esse motivo a recomendação de plantio é feita em quilos de sementes viáveis por hectare, ou seja, leva em consideração só a percentagem de sementes que germinam. As braquiárias têm um modo de reprodução assexuada chamado “apomixia”. Nas plantas apomíticas o pólen tem apenas a função fisiológica de estimular o ovário a produzir a semente. O pólen não contribui com material genético e, portanto, a semente originará um clone da planta mãe, sem nenhuma variação genética. Não se recomenda mais a vedação na primeira sementeira. Isso era usado antigamente, quando as sementes eram caras e difíceis de se obter e se empregava uma subdosagem no plantio. A quantidade de sementes puras viáveis recomendadas hoje permite a formação da pastagem já com a densidade de plantas necessária para preenchimento de toda a área.
Veja mais detalhes em:
Requisitos básicos para boa formação e persistência de pastagens – https://www.embrapa.br/gado-de-corte/busca-de-publicacoes/-/publicacao/325258/requisitos-basicos-para-boa-formacao-e-persistencia-de-pastagens
Aspectos práticos ligados a formação de pastagens – https://www.embrapa.br/gado-de-corte/busca-de-publicacoes/-/publicacao/321814/aspectos-praticos-ligados-a-formacao-de-pastagens
Formação de pastagens: fazendo certo! – https://www.embrapa.br/gado-de-corte/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1023806/formacao-de-pastagens-fazendo-certo