Veja as instruções para o plantio da leucena na publicação a seguir: http://old.cnpgc.embrapa.br/publicacoes/ct/ct13/03leucena.html
Para aquisição de sementes consulte a Abrasem: http://www.abrasem.com.br/site/associados/
Veja as instruções para o plantio da leucena na publicação a seguir: http://old.cnpgc.embrapa.br/publicacoes/ct/ct13/03leucena.html
Para aquisição de sementes consulte a Abrasem: http://www.abrasem.com.br/site/associados/
Existe, vários modelos de pequenas semeadeiras para tração animal, humana e de motocicleta. Sugerimos consultar o DATAMAQ da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq (http://www.abimaq.org.br/site.aspx/Servicos-DataMaq).
Veja a moto semeadeira desenvolvida pela Embrapa em parceria com a Ikeda: http://www.ikeda-maq.com.br/produtos.php?sec=99994&prod=522&titulo=Moto-Semeadora%20MS-40
O vetiver (Vetiveria zizanioides) apesar de ser da família das gramíneas (Poaceae) não é propriamente um capim (não serve para formar pastagens). É uma planta perene, cespitosa (forma touceiras), parecida com o capim-limão, ou capim-cidreira, e, como este, é mais utilizado para a extração de óleos essenciais empregado na indústria de aromas e perfumes. Do mesmo modo que o capim-cidreira, tem um enraizamento possante e por isso pode ser plantando em curvas de nível para evitar erosões e, como medida complementar, também pode ser usado para controlar o avanço de voçorocas. Veja mais informações em http://pt.wikipedia.org/wiki/Vetiver.
Não só pode como deve. O melhor efeito do calcário se obtém quando ele é espalhado por todo o perfil do solo a ser corrigido. O calcário para reagir rapidamente no solo precisa ser incorporado com uma aração profunda (20 cm) ou uma gradagem pesada que alcance a mesma profundidade. Ou seja, espalha o calcário sobre a área de pastagem e depois de gradeia ou ara o solo.
O capim-pangola (Digitaria decumbens) e pangolão (Digitaria pentzii) são duas espécies diferentes, com diferentes formas de cultivo. O pangola é plantado exclusivamente por mudas que podem ser espalhadas sobre o solo preparado e enterradas com a grade, o que requer uma grande quantidade de mudas (cerca de 2 ton / ha). O plantio também pode se feito em sulcos de 20 cm de profundidade, enterrando-se 2/3 da muda. Os sulcos podem ser abertos a cada 50 cm a 1 m e as mudas colocadas a cada 30-50 cm dentro do sulco. Neste caso há um gasto de cerca de uma tonelada de mudas por hectare. Um hectare de mudas com pangola no ponto (60 cm de altura) rende de 10 a 15 toneladas, suficiente pra formar de 5 a 15 ha, dependendo do método de plantio. O capim deve ser plantado do início a meados do período mais chuvoso do ano, novembro a fevereiro no Brasil Central, e pode ser utilizado 4 meses após o plantio. Os animais devem entrar no pasto sempre que o capim atingir 25-30 cm e devem ser retirados aos 10-15 cm de resíduo. O período de descanso é de cerca da de 35 dias. A capacidade de suporte é de 2,5 UA/ha no período das águas e 0 a 1 no período da seca. O pangola não é muito cultivado por ser pouco tolerante a seca, a solos úmidos, a cigarrinhas e pulgões e morre com facilidade quando atacado pelo vírus do enfezamento. Fornecedores de mudas podem ser localizados através da Associação Brasileira de Sementes e Mudas (www.abrasem.com.br).
O controle das invasoras, pela roçada, se baseia no impedimento de sua reprodução, por isso a melhor época para seu controle é no fim da primavera/início do verão, antes da ou durante a floração. Alguns herbicidas exigem que a planta esteja em pleno crescimento para maior absorção e efeito do produto e por isso devem ser aplicados em pleno verão.
Veja mais detalhes nos endereços:
Além do amendoim forrageiro (www.ceplac.gov.br/radar/pastagens.htm), ou grama amendoim, recomendamos também as braquiárias humidícola e dictioneura que oferecem excelente proteção ao solo declivoso. O amendoim forrageiro pode ser plantado em consórcio com essas braquiárias. Para aquisição de sementes e mudas veja os endereços : www.abrasem.com.br www.ceplac.gov.br/servicos/Aquisição_amendoim.htm
Todas as pastagens devem ser plantadas na primavera e no verão quando as chuvas tornam possível a germinação das sementes, o crescimento das plântulas e o estabelecimento das mudas. Maiores informações podem ser obtidas no livro Manual de Pastagens e Forrageiras (N. I. H. Pupo), do Instituto Campieiro de Ensino Agrícola.
Veja também os seguintes endereços:
Não se conhece nenhuma forrageira produtiva que produza regularmente o ano todo. Além da planta ter ciclo próprio de crescimento, maturação, florescimento, frutificação que afetam a sua produção de forragem, ela também sofre influência de fatores climáticos (temperatura, precipitação pluviométrica e luminosidade) que variam no decorrer do ano. Por isso no verão/primavera (altas temperaturas, luminosidade e chuvas) as forrageiras produzem mais que no inverno/outono (frio, seca e menor incidência de radiação solar).
Esta é uma questão controversa de taxionomia das gramíneas. O capim-xaraés, Brachiaria brizantha cv. Xaraés é sem dúvida uma planta da família Poaceae, em que estão a maior parte das forrageiras, subfamília Panicoideae, tribo Paniceae. Não pertence, portanto, à família Cyperaceae, grupo das tiriricas. A divergência fica no âmbito da ordem a que pertencem essas famílias. Os taxionomistas mais tradicionais trabalham com a denominação Cyperales (ou Cyperalis, geralmente considerado como forma incorreta) para uma ordem de monocotiledôneas que inclui ambas as famílias Cyperaceae e Poaceae.
Opinião diversa tem o Grupo de Filogenia das Angiospermas (APG) que, desde 1998, tem classificado as plantas segundo sua proximidade genética, comparando suas sequências gênicas. Para esses biólogos estadunidenses Poales é uma das dez ordens em que se divide a classe das monocotiledôneas (Liliopsida) e as outras ordens são: Acorales, Alismatales, Asparagales, Dioscoreales, Liliales, Pandanales, Arecales, Commelinales e Zingiberales.
De acordo com este mesmo grupo a ordem Poales é constituída por 18 famílias (ver lista abaixo) entre as quais estão a Cyperaceae e a Poaceae. Há uma tendência de imposição do ponto de vistas norte-americano nesta área da ciência, assim como em outras áreas da cultura mundial.
Ascendência filogenética das braquiárias: Reino: Plantae;
Divisão: Magnoliophyta;
Classe: Liliopsida;
Ordem: Poales;
Famílias da Poales: Anarthriaceae, Bromeliaceae, Centrolepidaceae, Cyperaceae, Ecdeiocoleaceae, Eriocaulaceae, Flagellariaceae, Hydatellaceae, Joinvilleaceae, Juncaceae, Mayacaceae, Poaceae, Rapateaceae, Restionaceae, Sparganiaceae, Thurniaceae, Typhaceae e Xyridaceae;
Subfamílias da Poaceae forrageiras (classificação de Engler): Pooideae, Erarostoieae, Panicoideae e Andropogonoideae;
Tribos da Panicoideae: Paniceae e Melineae;
Gêneros da Paniceae: Brachiaria, Cenchrus, Digitaria, Echinocloa, Panicum, Paspalum, Pennisetum e Setaria.