Atualmente, a mais usada é o estilosantes-campo-grande, que consorcia facilmente com as braquiárias decumbens, humidícola, dictioneura e com o andropogon. Também pode ser consorciada com o marandu, o xaraés e o piatã. Essa leguminosa requer solos secos e leves (com até 30% de argila) e aplicações mínimas de calcário, fósforo (P), potássio (K) e zinco (Zn). O amendoim forrageiro belmonte […]
Archives for
Quais são as leguminosas mais indicadas para consorciação com braquiárias nos cerrados?
A braquiária decumbens (braquiarinha) é das mais rústicas, ou seja, adapta-se a solos ácidos e pobres, com a vantagem de responder bem a fertilizantes, especialmente a fósforo. Em solos corrigidos, cresce bem o ano todo, rebrota sempre que haja um pouco de chuva, é muito agressiva, cobre o solo rapidamente e controla as invasoras. Porém, compete excessivamente com leguminosas em […]
A mais utilizada é o capim-marandu, também conhecida como braquiarão ou brizantão, mas o capim-piatã, por apresentar um valor nutritivo mais alto e proporcionar maiores ganhos de peso aos novilhos, é a que reúne melhores condições para a fase de acabamento. O capim-xaraés tem alta produtividade e grande capacidade de suporte, rendendo mais peso vivo por hectare, mas perde do marandu […]
Quais são as vantagens e as desvantagens da braquiária decumbens (braquiarinha) e do andropogon?
As vantagens e desvantagens da braquiária decumbens são: • Vantagens – Sem problemas de estabelecimento, formação rápida, boa cobertura de solo, persistente mesmo quando mal manejada, pouco atacada por formigas cortadeiras e mais tolerante à seca do que a maioria das forrageiras comuns, prestando-se, por isso, a ser reservada como feno-em-pé. • Desvantagens – Susceptível ao ataque de […]
Quais são as espécies forrageiras mais indicadas para solos de baixa fertilidade?
Algumas forrageiras são mais tolerantes a condições de solos com baixos níveis de nutrientes, baixo pH e alta saturação de alumínio; ou seja, enquanto as mais exigentes desaparecem, as menos exigentes conseguem sobreviver, produzindo algo. As braquiárias decumbens (braquiarinha), humidícola e dictioneura, o andropogon e o estilosantes-campo-grande são forrageiras tolerantes a solos de baixa fertilidade. Porém, produzem pouca matéria seca e, portanto, […]
Quais são os capins que apresentam maior resistência à seca em região de cerrado?
Dentre as forrageiras mais comuns, destaca-se a braquiária decumbens (braquiarinha), mas o andropogon também apresenta boa resistência à seca. É importante lembrar que durante o período seco ocorrem, também, baixas temperaturas e dias curtos, fatores que afetam negativamente o crescimento e a produção das forrageiras. Todas as forrageiras tropicais são muito afetadas em seu crescimento nesse período. Por isso, apenas algumas têm capacidade maior de produção de matéria […]
A produção anual concentrada no período das chuvas é uma característica das forrageiras tropicais. As técnicas sugeridas a seguir, embora não uniformizem o crescimento das forrageiras, permitem diminuir a defasagem entre oferta e demanda por alimentos nos períodos de chuva e de seca: • Conservação do excesso de forragem do período de chuva, na forma de feno ou silagem. […]
Quais são as forrageiras indicadas para gado de corte em região de cerrado?
Entre as forrageiras adaptadas às condições climáticas de cerrado, incluem-se as braquiárias (decumbens, Brachiaria decumbens cv. Basilisk; marandu, B. brizantha cv. Marandu , piatã B. brizantha cv. BRS-Piatã; xaraés, B. brizantha cv. Xaraés; humidícola, B. humidicola; dictioneura, B. humidicola cv. Llanero), os capins do gênero Panicum (tanzânia, Panicum maximum cv. Tanzânia-1; mombaça, P. maximum cv. Mombaça; massai P. maximum x P. […]
A principal característica dos capins tropicais é a de terem a produção de forragem altamente concentrada no período chuvoso. Pode-se dizer que, na maioria desses capins, 75% da produção ocorre no período das águas (novembro a abril) e 25% no período seco (maio a outubro). Acrescente-se a isso a baixa qualidade da forragem disponível na época seca, em consequência do amadurecimento […]
É possível, mas essa prática diminui a produtividade a longo prazo e compromete a longevidade da pastagem. Isso ocorre porque não é possível manejar nenhuma das espécies de modo ótimo. A um tempo, uma será prejudicada, e no momento seguinte a outra, ou permanentemente uma delas, levando ao seu desaparecimento e até a degradação da pastagem. Excepcionalmente, essa prática […]