jul 3, 2015
Ronney R. Mamede

‚ÄúCupulate‚ÄĚ agora √© marca registrada da Embrapa

Ano 7 ‚Äď Edi√ß√£o 5

O nome “cupulate” a partir de agora √© de uso exclusivo da Embrapa. O Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (INPI) concedeu √† Empresa o registro da marca “cupulate”. O termo se refere a um produto semelhante ao chocolate, obtido a partir das am√™ndoas do cupua√ßu. Essa fruteira tipicamente amaz√īnica pertence ao mesmo g√™nero do cacau (ambos s√£o Theobroma).

             Cupulate - Foto matéria divulgada (2015.07.03)
¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† Imagem: Arquivo Embrapa Amaz√īnia Oriental

A concess√£o da marca significa que agora a Embrapa det√©m o direito exclusivo sobre o termo “cupulate”. “A marca registrada √© um importante ativo de propriedade intelectual da Embrapa. Outras empresas que pretendam comercializar produtos com o nome ‚Äėcupulate’ dever√£o negociar o uso da marca com a Empresa”, afirma a coordenadora de Propriedade Intelectual da Secretaria de Neg√≥cios (SNE), Sibelle de Andrade.

Segundo ela, o registro da marca “cupulate” foi resultado do esfor√ßo das √°reas gestoras dos ativos de propriedade intelectual da Embrapa. “Inicialmente, o INPI havia negado o pedido, mas reconsiderou seu indeferimento ap√≥s recurso impetrado por meio da SNE”, explica. A marca √© vigente por dez anos e poder√° ser renovada continuamente por igual per√≠odo.

Origem

O produto foi desenvolvido na d√©cada de 1980 pela pesquisadora aposentada Raimunda F√°tima Ribeiro de Nazar√©, da Embrapa Amaz√īnia Oriental (Bel√©m, PA). O processo de fabrica√ß√£o do cupulate chegou a ter uma patente registrada, j√° expirada.

As sementes do cupuaçu correspondem a cerca de 20% do fruto. Depois de fermentadas, secas, torradas e moídas, geram um produto de sabor e textura semelhante aos do chocolate convencional, mas livre de cafeína e teobromina. O cupulate pode ser apresentado em barra ou pó, nos sabores ao leite, meio amargo e branco.

 dfgfgdfgdfgfd

Texto: Vinicius Soares Braga (MTb 12.416/RS)
Embrapa Amaz√īnia Oriental

Fonte: https://www.embrapa.br/group/intranet/busca-de-noticias/-/noticia/3516148/cupulate-agora-e-marca-registrada-da-embrapa, em 03/07/2015, às 10h45.

abr 29, 2015
Ronney R. Mamede
Comentários desativados em Google lançará portal para comprar patentes

Google lançará portal para comprar patentes

Ano 7 ‚Äď Edi√ß√£o 4

Foto - matéria divulgada (2015.04.29) - Google

Google: o programa de incentivo à compra de patentes permanecerá aberto de 8 a 22 de maio, disse a companhia nesta segunda-feira.

 

O Google disse que lançará um portal experimental que permite que detentores de patentes interessados as vendam à companhia.

Detentores de patentes podem informar o Google sobre as patentes que querem vender e o preço esperado por meio do portal, disse a companhia em seu blog.

O programa de incentivo à compra de patentes permanecerá aberto de 8 a 22 de maio, disse a companhia nesta segunda-feira.

O Google afirmou que informará os candidatos sobre seu eventual interesse em comprar as patentes até 26 de junho e espera realizar os pagamentos até o fim de agosto.

 

Texto: Francois Lenoir/Reuters, de EXAME.com

Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/google-lancara-portal-para-comprar-patentes, em 29/04/2015, às 17h17.

abr 29, 2015
Ronney R. Mamede
Comentários desativados em Definição de titularidade de tecnologia desenvolvida em parceria fica mais fácil

Definição de titularidade de tecnologia desenvolvida em parceria fica mais fácil

Ano 7 ‚Äď Edi√ß√£o 3

Quem tem maior ou menor responsabilidade sobre uma inven√ß√£o, quando a pesquisa ocorre com participa√ß√£o de v√°rias institui√ß√Ķes? A quem caber√° a titularidade? H√° uma f√≥rmula para evitar problemas que v√£o al√©m da denomina√ß√£o do produto? Estas e outras d√ļvidas podem ser respondidas com aux√≠lio da rec√©m-criada Nota T√©cnica sobre Titularidade (NTT) de tecnologias, enviada √†s Unidades em mar√ßo.

Foto - mat√©ria divulgada (2015.04.29)Desenvolvido pela Secretaria de Neg√≥cios (SNE), o documento √© uma esp√©cie de passo a passo que dever√° acompanhar o processo de prote√ß√£o de ativos (todos os bens e direitos de uma institui√ß√£o) por meio dos mecanismos de patentes, softwares e cultivares desenvolvidos pela Embrapa em parceria com outras organiza√ß√Ķes.

Considerada um dos motores da economia globalizada pelos especialistas desta √°rea do Direito, a propriedade intelectual acaba por reconhecer, de forma legal, a apropria√ß√£o do conhecimento humano ‚Äď seja em termos dos resultados concretos da criatividade do indiv√≠duo ou daqueles de pesquisa e conhecimento tecnol√≥gico que acabam em produto novo ou modificado.

O tema √© complexo, pois envolve, na an√°lise da contribui√ß√£o de cada participante do processo criativo, aspectos como conhecimento pr√©vio, recursos humanos, contribui√ß√£o intelectual, recursos financeiros, infraestrutura e material alocado. A NTT contribui para ‚Äúdescomplicar‚ÄĚ o que at√© ent√£o constitu√≠a um gargalo na Empresa.

Encaminhado √†s Unidades e aos Comit√™s Locais de Propriedade Intelectual (CLPIs), o documento apresenta itens para facilitar a descri√ß√£o do hist√≥rico de desenvolvimento de patentes, softwares e cultivares. Entre os pontos a serem preenchidos na NTT est√£o: t√≠tulo da tecnologia, hist√≥rico, projeto que gerou a tecnologia, instrumentos jur√≠dicos e planos de trabalho que originaram o desenvolvimento, titulares, institui√ß√Ķes e inventores, autores, melhoristas envolvidos, entre outros.

Com base neste descritivo ser√° poss√≠vel determinar a propor√ß√£o de participa√ß√£o nos direitos de propriedade intelectual, o que √© crucial para que as ideias de cria√ß√£o sejam protegidas e posteriormente tenham garantia de explora√ß√£o comercial. ‚ÄúO documento visa orientar as Unidades na discuss√£o junto aos parceiros e defini√ß√£o das propor√ß√Ķes de participa√ß√£o na gera√ß√£o de um determinado ativo de propriedade intelectual‚ÄĚ, diz o chefe da SNE, Vitor Hugo Oliveira.

Quando enviar a NTT

Embasado na Lei de Inova√ß√£o (Lei n¬ļ 10.973/2004), o envio da NTT √† Coordenadoria de Propriedade Intelectual (CPI) da SNE dever√° ocorrer nas seguintes etapas do processo de prote√ß√£o do ativo: prote√ß√£o de tecnologia por meio do sistema de patentes e prote√ß√£o da tecnologia atrav√©s dos sistemas de cultivares ou softwares. Em ambas, h√° particularidades que podem ser conferidas na √≠ntegra das orienta√ß√Ķes t√©cnicas.

 

Texto: Deva Rodrigues, Secretaria de Comunica√ß√£o ‚Äď SECOM / Embrapa

Fonte: https://intranet.embrapa.br/pasta-todospcom/2015/abril/definicao-de-titularidade-de-tecnologia-desenvolvida-em-parceria-fica-mais-facil , em 29/04/2015, às 11h33.

 

*¬† Para acesso ao conte√ļdo integral da NTT, bem como aos elementos que comp√Ķem a tabela de an√°lise das contribui√ß√Ķes de cada participante no desenvolvimento da tecnologia (inven√ß√£o, software e cultivar), favor contactar o CLPI ou o Setor de Prospec√ß√£o e Avalia√ß√£o de Tecnologias – SPAT, de sua Unidade.

abr 16, 2015
Ronney R. Mamede
Comentários desativados em Mesmo depois de morto, Steve Jobs é autor de 141 patentes

Mesmo depois de morto, Steve Jobs é autor de 141 patentes

Ano 7 ‚Äď Edi√ß√£o 2

Desde 1983, o cofundador da Apple teve 358 inven√ß√Ķes reconhecidas pelo Escrit√≥rio de Marcas e Patentes dos EUA

Em virtude de restri√ß√Ķes √† publica√ß√£o deste artigo por quest√Ķes relacionadas a direito autoral, o mesmo poder√° ser acessado aqui.

Fonte:  O GLOBO, publicado em 27/11/2014 e atualizado em 27/11/2014, às 19h28, http://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/mesmo-depois-de-morto-steve-jobs-autor-de-141-patentes-14680445#ixzz3XV6mfIaE%20 , acessado em 16/04/2015, às 16h13.

abr 2, 2015
Ronney R. Mamede
Coment√°rios desativados em IBM lidera registro de patentes nos EUA pelo 22¬ļ ano seguido

IBM lidera registro de patentes nos EUA pelo 22¬ļ ano seguido

Ano 7 ‚Äď Edi√ß√£o 1

S√£o Paulo ‚Äď Pelo 22¬ļ ano consecutivo, a IBM √© l√≠der no n√ļmero de patentes registradas nos Estados Unidos. Ao todo, foram 7.534 registros de patentes concedidos √† companhia em 2014. Delas, 500 s√£o provenientes de estudos em computa√ß√£o cognitiva, √°rea do famoso computador Watson.

Das mais de sete mil patentes, 19 foram concedidas ao laboratório brasileiro de pesquisa da IBM. O material gerado no Brasil é registrado pela empresa no Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos (USPTO).

As 19 patentes obtidas pelo laborat√≥rio brasileiro s√£o um reflexo dos primeiros anos de trabalho do laborat√≥rio ‚Äď em 2015, ele completar√° cinco anos de atividades.

O registro de patentes leva tempo. As pesquisas são submetidas ao órgão americano e são analisadas. A média de tempo para que uma patente seja conferida a quem submeteu o pedido é de três anos.

‚ÄúEsse n√ļmero, portanto, representa o acumulado do primeiro e do segundo ano de trabalho. Daqui para frente, podemos ter entre 30 e 40 patentes aprovadas por ano‚ÄĚ, disse Ulisses Mello, diretor do Laborat√≥rio de Pesquisas da IBM Brasil, a EXAME.com.

Desde o início das atividades do laboratório, já foram submetidos mais de 120 pedidos de patentes pelo laboratório brasileiro. Parte delas deve ser aprovada ao longo dos próximos anos.

Caso haja o aumento esperado no registro de patentes no órgão americano, o laboratório brasileiro da IBM deve ser responsável por boa parte das patentes brasileiras registradas nos EUA.

De acordo com o USPTO, em 2013, o Brasil foi respons√°vel pelo registro de 254 patentes nos Estados Unidos ‚Äď ficou em 26¬ļ lugar (os n√ļmeros de 2014 ainda n√£o foram divulgados). Com a expectativa de 30 a 40 patentes aprovadas por ano para o futuro, o laborat√≥rio da IBM no Brasil poder√° ser respons√°vel por cerca de 15% dos registros.

Luta contra ebola

O laboratório brasileiro trabalha, em alguns momentos, em parceria com outros ao redor do mundo. Um exemplo recente de esforço conjunto foi na luta contra o ebola.

Um sistema de an√°lise de dados e engajamento de cidad√£os foi criado em Serra Leoa. A tecnologia permitia que cidad√£os enviassem informa√ß√Ķes ao governo local por SMS e liga√ß√Ķes telef√īnicas.

O projeto foi sediado pelo laboratório africano da IBM. O centro brasileiro, no entanto, foi um dos que trabalhou em conjunto.

Moeda de negociação

De 1993 até 2014, a IBM conseguiu o registro de mais de 81 mil patentes.

‚ÄúAcredito que esse n√ļmero venha de uma cultura de inova√ß√£o que existe dentro da IBM. Uma das m√©tricas importantes para n√≥s √© a gera√ß√£o de propriedade intelectual‚ÄĚ, disse Mello.

Parte das patentes nunca é colocada em prática, no entanto. Outras são usadas como formas de negociação. De acordo com Mello, o licenciamento de patentes rende à IBM entre 1 e 1,2 bilhão de dólares por ano.

Depois da IBM, as empresas que mais registraram patentes nos EUA em 2014 foram a Samsung (com 4.952), Canon (com 4.055) e Sony (com 3.224).

 

Texto: Victor Caputo, de EXAME.com

Fonte:  http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/ibm-lidera-registro-de-patentes-nos-eua-pelo-22o-ano-seguido, em 02/04/2015, às 18h35.

set 26, 2014
Ronney R. Mamede
Comentários desativados em CNPq estimula a proteção do conhecimento com nova política de Propriedade Intelectual

CNPq estimula a proteção do conhecimento com nova política de Propriedade Intelectual

Ano 6 ‚Äď Edi√ß√£o 4

As novas regras estimulam a inova√ß√£o e facilitam as rela√ß√Ķes entre universidades, empresas e pesquisadores. ¬†

Com a publica√ß√£o da Resolu√ß√£o Normativa N¬ļ 034, de 01 de setembro de 2014, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient√≠fico e Tecnol√≥gico (CNPq) estabelece uma nova pol√≠tica de Propriedade Intelectual, com os objetivos de favorecer o desenvolvimento de projetos, estimular a inova√ß√£o e facilitar as rela√ß√Ķes entre universidades, empresas e pesquisadores.

A nova norma estabelece crit√©rios e padroniza o acesso √†s informa√ß√Ķes geradas a partir de projetos fomentados pelo CNPq, al√©m de definir os pap√©is de cada agente, qualificando o processo de registro de inova√ß√Ķes. A iniciativa valoriza o papel dos N√ļcleos de Inova√ß√£o Tecnol√≥gica, moderniza a rela√ß√£o do CNPq com os pesquisadores e estabelece recomenda√ß√Ķes que refor√ßam premissas das leis de Inova√ß√£o e de Propriedade Industrial.

De acordo com Chefe do Servi√ßo de Propriedade Intelectual do CNPq, Rafael Andrade, “a Propriedade Intelectual √© uma concess√£o, pelo Estado, de um monop√≥lio tempor√°rio como forma de reconhecimento e incentivo pelo esfor√ßo daqueles que buscam o novo. Ou seja, a concess√£o de patentes √© uma medida de inven√ß√£o e, em certos casos, traz mais tangibilidade a algo que poderia n√£o passar de uma boa id√©ia”, disse.

Uma das principais mudan√ßas trazidas pela nova pol√≠tica consiste na n√£o participa√ß√£o do CNPq nos ganhos econ√īmicos resultantes da explora√ß√£o comercial das cria√ß√Ķes decorrentes de projetos fomentados, desde que o parceiro observe recomenda√ß√Ķes que visam: 1) estimular o compartilhamento dos ganhos econ√īmicos advindos da explora√ß√£o comercial da Propriedade Intelectual; 2) evitar o estabelecimento de prote√ß√Ķes que restrinjam ou impe√ßam o desenvolvimento de novas tecnologias e inova√ß√Ķes baseadas no conhecimento relacionado √† prote√ß√£o solicitada; 3) dar maior visibilidade ao pedido de dep√≥sito/registro da prote√ß√£o intelectual, sua eventual concess√£o, licenciamento ou comercializa√ß√£o; 4) buscar oportunidades de licenciamento e comercializa√ß√£o para a Propriedade Intelectual; e 5) buscar op√ß√Ķes de utiliza√ß√£o e transfer√™ncia de tecnologia que venham a contribuir para o desenvolvimento econ√īmico e social do Pa√≠s.

SESPI – O Servi√ßo de Suporte √† Propriedade Intelectual (SESPI) tem como fun√ß√£o favorecer e estimular o processo de apropria√ß√£o efetiva pela sociedade das tecnologias geradas com recursos do CNPq, demonstrando a preocupa√ß√£o do √≥rg√£o em se manter atualizado √†s tend√™ncias e evolu√ß√Ķes de mercado.

O SESPI est√° vinculado √† Diretoria de Coopera√ß√£o Institucional do CNPq, sendo o setor respons√°vel por adotar medidas necess√°rias para promover o cumprimento da nova pol√≠tica de Propriedade Intelectual estabelecida com a Resolu√ß√£o Normativa N¬ļ 034, de 01 de setembro de 2014.

Para conhecer a Nova Política de Propriedade Intelectual (RN 034/2014), clique aqui.

Saiba mais sobre o SESPI aqui.

Coordenação de Comunicação Social do CNPq

Fonte: http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/2148015 , em 26/09/2014, às 08h30.

jul 28, 2014
Ronney R. Mamede
Comentários desativados em Diretor de Cooperação Institucional do CNPq sugere que pesquisadores patenteiem descobertas

Diretor de Cooperação Institucional do CNPq sugere que pesquisadores patenteiem descobertas

Ano 6 ‚Äď Edi√ß√£o 3

Foto - matéria divulgada (2014.07.28)

Diante de uma descoberta cient√≠fica que pode gerar um novo produto ou processo, muitos pesquisadores brasileiros t√™m d√ļvida se devem primeiro patente√°-la ou publicar um artigo a respeito. Para o diretor de Coopera√ß√£o Institucional do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient√≠fico e Tecnol√≥gico (CNPq/MCTI), Paulo S√©rgio Beir√£o, a resposta √© clara: ‚ÄúFa√ßa a patente antes da publica√ß√£o‚ÄĚ.

Foi o que afirmou ele na confer√™ncia ‚ÄúPublica√ß√Ķes ou patentes: um falso dilema da ci√™ncia no Brasil‚ÄĚ, nesta quinta-feira (24), na Universidade Federal do Acre (UFAC), em Rio Branco.

‚ÄúPara produzir patente n√£o √© preciso saber o porqu√™, √© preciso saber que tal fato acontece. Isso exige menos conhecimento e trabalho do que produzir um artigo cient√≠fico‚ÄĚ, explicou, na 66¬™ Reuni√£o Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci√™ncia (SBPC), que segue at√© domingo (27).

O problema, segundo Beir√£o, √© que nas universidades brasileiras poucos pesquisadores sabem como solicitar patentes. ‚ÄúO assunto surge constantemente na m√≠dia como se houvesse dilema entre publicar e ou patentear‚ÄĚ, disse.

Para ele, mesmo com o progresso da ci√™ncia brasileira nos √ļltimos anos, que dobrou o n√ļmero de pesquisadores que publicam artigos, o crescimento do n√ļmero de patentes brasileiras no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) ainda √© pequeno. ‚ÄúMesmo duplicando o n√ļmero de pesquisadores ainda somos menores do que a m√©dia mundial‚ÄĚ, afirmou.

Diferentemente dos Estados Unidos, onde mais de 96% das patentes se originam fora do setor universit√°rio, os bolsistas do CNPq fornecem parcela substancial da produ√ß√£o de patentes no Brasil, acrescentou o palestrante. ‚ÄúEles contribuem com quase 40% dessa produ√ß√£o‚ÄĚ, observou.

Forma√ß√£o e qualifica√ß√£o – Ao elencar os desafios, Paulo S√©rgio Beir√£o afirmou que √© preciso ‚Äúpessoal qualificado nas empresas para inovar‚ÄĚ. Al√©m disso, ele destacou que √© necess√°rio melhorar a qualidade da educa√ß√£o b√°sica e aumentar a percep√ß√£o da sociedade sobre o valor e a import√Ęncia da ci√™ncia. A produ√ß√£o cient√≠fica deve ter sempre ‚Äúqualidade, impacto e relev√Ęncia‚ÄĚ, sublinhou.

De acordo com ele, as culturas empresarial e acad√™mica possuem diferen√ßas, e o ideal √© que se construa uma conex√£o entre as partes. ‚ÄúIsso deve ser buscado, pois ir√° trazer benef√≠cios para os dois lados. O mundo acad√™mico tem mais liberdade, pois o empresarial tem que preservar informa√ß√Ķes por quest√Ķes econ√īmicas, mas √© poss√≠vel construir um di√°logo entre as partes‚ÄĚ, explicou.

Segundo o diretor, o CNPq tem investido em diversas frentes para melhorar esse quadro. ‚ÄúTemos programas de apoio √† extens√£o tecnol√≥gica, √†s incubadoras e parques tecnol√≥gicos, aos n√ļcleos de inova√ß√£o tecnol√≥gica, entre outras a√ß√Ķes‚ÄĚ, pontuou.

Al√©m disso, Beir√£o falou sobre a nova vers√£o da Plataforma Lattes para mostrar a import√Ęncia que a ag√™ncia de fomento est√° dando para essa atividade. ‚ÄúO CNPq est√° procurando dar visibilidade e valor √†s pesquisas feitas pelos brasileiros‚ÄĚ, disse.

 

Texto: Raphael Rocha ‚Äď Ascom do MCTI
Foto: Marcelo Gondim

 

Fonte: http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/2054171 , em 28/07/2014, às 18h03.

jun 24, 2014
Ronney R. Mamede
Comentários desativados em A Função da Criatividade no Mundo Corporativo

A Função da Criatividade no Mundo Corporativo

Ano 6 ‚Äď Edi√ß√£o 2

Parte do processo de desenvolvimento das competências profissionais, a criatividade é algo presente em todos os seres humanos. Mesmo que sua manifestação varie de indivíduo para indivíduo, ela pode ser melhorada e potencializada a cada dia.

No contexto hist√≥rico, a palavra ‚Äúcriar‚ÄĚ vem do latim ‚Äúcreare‚ÄĚ, que se traduz em erguer, produzir; mas tamb√©m est√° relacionada a ‚Äúcrescere‚ÄĚ, ou seja, crescer, aumentar. No grego, a palavra ‚Äúkrainen‚ÄĚ (criatividade) significa realizar, desempenhar, preencher.

Dentro das empresas, a criatividade ocupa um papel central na busca de solu√ß√Ķes originais e inovadoras, por isso, ela √© hoje considerada e tratada no contexto empresarial como patrim√īnio e recurso estrat√©gico para o desenvolvimento e sucesso da empresa e cada vez mais objeto de forma√ß√£o e treinamentos, pois ‚Äúanda‚ÄĚ de m√£o dada com a inova√ß√£o.

O processo criativo no √Ęmbito profissional acontece por meio da qualidade dos nossos pensamentos, que direcionam as decis√Ķes e as a√ß√Ķes. Criar processos e definir novos horizontes s√£o a√ß√Ķes estrat√©gicas para desenvolver aptid√Ķes em todo o grupo, o que possibilita projetar resultados positivos para equipe.

O matem√°tico Henri Poincar√© definiu em 1929 um significado para a palavra criatividade: capacidade de unir os elementos pr√©-existentes em combina√ß√Ķes novas, que sejam √ļteis. Isso desmistifica a ideia de que ela seja algo que nas√ßa do nada, um momento de genialidade incontrolado, e passe a ser algo mais concreto.

Ser criativo exige igualmente algumas competências como flexibilidade, foco, determinação, persistência, curiosidade e autodisciplina. Desse modo, a essência do pensamento criativo permite quebrar regras existentes para criar outras que funcionem melhor ou encontrar uma aplicação nova às já existentes.

Para inovar, ou seja, desenvolver uma ideia nova e transformá-la em um processo ou produto, é necessário primeiramente ter tido a ideia. Afinal, criatividade e inovação podem ser consideradas as faces de uma mesma moeda e valores fundamentais na cultura corporativa, mas para potencializar seu processo criativo, é preciso estar aberto ao novo, superar a resistência à mudança e ir além dos esquemas mentais habituais.

 

(*) Eduardo Shinyashiki é palestrante, consultor organizacional, especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipes. Presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos, Eduardo também é escritor e autor de importantes livros como Transforme seus Sonhos em Vida, da Editora Gente, sua publicação mais recente. www.edushin.com.br.

Fonte: http://www.campograndenews.com.br/artigos/a-funcao-da-criatividade-no-mundo-corporativo , em 24/06/2014, às 17h06.

maio 23, 2014
Ronney R. Mamede
Coment√°rios desativados em SEBRAE Minas e Biominas Brasil publicam o Guia Pr√°tico para Inova√ß√£o em Sa√ļde Animal

SEBRAE Minas e Biominas Brasil publicam o Guia Pr√°tico para Inova√ß√£o em Sa√ļde Animal

Ano 6 ‚Äď Edi√ß√£o 1

Lan√ßado no dia 09/05, durante a ExpoZebu, em Uberaba/MG, o Guia Pr√°tico para Inova√ß√£o em Sa√ļde Animal ‚Äď Da Bancada para o Mercado √© mais um fruto da parceria entre o¬† SEBRAE Minas e a Biominas Brasil.

O Guia faz parte do plano de ação do Polo de Excelência em Genética Bovina, localizado na cidade mineira de Uberaba, e está alinhado aos objetivos de fortalecer o Estado de Minas Gerais como centro de referência e difusão de genética bovina, promovendo inovação tecnológica e novas oportunidades para o desenvolvimento deste setor.

‚ÄúO Guia de Inova√ß√£o em Sa√ļde Animal √© importante, pois compila, em um texto f√°cil, diversas informa√ß√Ķes importantes para o processo de inova√ß√£o, que muitas vezes est√£o dispon√≠veis, mas em fontes muito dispersas. Ele deve ser visto como uma ferramenta pr√°tica pelos pesquisadores e empreendedores deste setor, t√£o importante para a economia do Brasil. Recebemos v√°rios retornos positivos sobre a publica√ß√£o durante seu lan√ßamento na ExpoZebu, de profissionais vindos de diferentes institui√ß√Ķes, como universidades, empresas e entidades de apoio √† inova√ß√£o‚ÄĚ, afirma Luiza Pinheiro, analista da √°rea de consultoria da Biominas Brasil, e uma das autoras da publica√ß√£o.

Uberaba foi escolhida para o lan√ßamento devido √† sua potencialidade de neg√≥cios e tecnologias geradas neste setor e por abrigar o Polo. ‚ÄúO guia foi desenvolvido para aumentar cada vez mais esse potencial e essa voca√ß√£o que a regi√£o j√° tem em desenvolver solu√ß√Ķes, seja na gen√©tica, na parte de sanidade animal ou de equipamentos ligados √† quest√£o animal‚ÄĚ, frisou a analista do Sebrae Minas e respons√°vel pela √°rea de Biotecnologia, Carla Batista Ribeiro.

Clique aqui para fazer o download da publicação pelo site Biominas Brasil (área de downloads, no canto inferior esquerdo da home).

Fonte: http://www.biominas.org.br/blog/2014/05/21/guia-pratico-para-inovacao-em-saude-animal/ , em 24/05/2014, às 14h22.

 

mar 11, 2011
rogeriosandim
Coment√°rios desativados em The Golden Age of Innovation

The Golden Age of Innovation

Ano 2 ‚Äď Edi√ß√£o 2 ‚Äď Periodicidade semanal

The Golden Age of Innovation

Despite stereotypes of entrepreneurs as fresh-faced youngsters, new
research has found that older workers are more likely to innovate
than their under-35 counterparts.

by Stefan Theil (/authors/stefan-theil.html) August 27, 2010

Peach-fuzzed entrepreneurs like Mark Zuckerberg, who founded Facebook at age 19, and Larry Page and Sergey Brin, both 23 when they developed Google, have created a collective image of the successful innovator as youthful, brash, and brilliant. In turn, we’ve been taught that with middle age comes calcified habits, outdated skills, and an aversion to risk. Sounds bad, right? It gets even worse when you consider that, by 2030, the average age will rise from 37 to
39 in the United States, from 40 to 45 in the European Union, and from 45 to 49 in Japan. The implication is that such figures, plus the post-baby-boomer decline in birthrates, could leave swaths of the world with a deficit in creative potential. The question then becomes whether
these places can continue to compete, grow, and create wealth with an aging pool of prospective entrepreneurs and workers. According to several new studies, the surprising answer is yes.

It turns out that many of the most common stereotypes about aging are dead wrong. Take the cliché of the youthful entrepreneur. As it happens, the average founder of a high-tech startup isn’t a whiz-kid graduate, but a mature 40-year-old engineer or business type with a spouse and children who simply got tired of working for others, says Duke University scholar Vivek Wadhwa, who studied 549 successful technology ventures. What’s more, older entrepreneurs have higher
success rates when they start companies. That’s because they have accumulated expertise in their technological fields, have deep knowledge of their customers’ needs, and have spent
years developing a network of supporters, often including financial backers. ‚ÄúOlder entrepreneurs are just able to build companies that are more advanced in their technology and more sophisticated in the way they deal with customers,‚ÄĚ Wadhwa says.

The age at which entrepreneurs are more innovative and willing to take risks seems to be going up. According to data from the Kauffman Foundation, the highest rate of entrepreneurship in America has shifted to the 55-to-64 age group, with people older than 55 almost twice as likely to found successful companies than those between 20 and 34. And while the entrepreneurship rate has gone up since 1996 in most other age brackets as well, it has actually declined among
Americans younger than 35. That’s good news for one very simple reason: baby boomers are now in their prime, startup-founding years, which Kauffman researcher Dane Stangler says will unleash an entrepreneurship boom. Since new companies create the vast majority of jobs, the positive impact on a post-recession economy could be great.

Part of the reason companies started by older workers don’t get much recognition is they don’t generally produce hot Web apps or other easily understood products. Instead, they tend to involve more complex technologies like biotech, energy, or IT hardware. They also tend to sell products and services to other businesses, which consumers rarely see, but that do most of the heavy lifting in powering innovation and economic growth.

In fact, America’s fastest-growing tech startup, according to Forbes magazine’s Fast Tech 500, is First Solar, founded by a 68-year-old serial inventor in 1984. The founders of No. 2 on the Forbes list, Riverbed Technology, were 51 and 33 when they started their networks company. No. 3, data specialist Compellent Technologies, had founders aged 45, 55, and 58. Even the Internet is no longer just the province of young adults. Zynga, the company behind Farmville and
other infectiously popular games, will likely pass a billion dollars in revenue next year. Its founder and CEO, Mark Pincus, is a stereotype-defying 44. In sectors such as biotech and energy, Wadhwa estimates the average entrepreneur to be even older.

So if entrepreneurs don’t necessarily fade out with age, what about regular workers? One of Germany’s largest companies had a researcher examine its system for continuous improvement, expecting the findings to back up its policy of pushing workers into early retirement. The numbers, however, showed that older workers not only had great ideas for making procedures and processes more efficient, but their innovations also produced significantly higher returns for the company than those of workers in younger age groups. Birgit Verwonk, a Dresden University of Applied Sciences economist and author of the study, says the findings were so surprising for the company (which wasn’t named in the study) that it is now phasing out its early-retirement program.

Given these sorts of results, why is the notion that older people are less productive or innovative so entrenched? Part of it is because there are deep stereotypes and cultural narratives at play. In a series of landmark studies on creativity in the arts and sciences, David Galenson, a University of Chicago economist, identified two types of creativity. One was based on radical new concepts, at which young innovators excel (think Picasso or Einstein, who were both in their
20s when they revolutionized their fields), and the other built on probing experimentation that coalesces later in life (think Cézanne or Darwin). The second type of innovation is more hesitant and is often a work in progress, which Galenson argues leads to some of the conventional wisdom regarding older genius.

That misconception has some ugly side effects, according to Wadhwa. It becomes the reason why some venture capitalists often don‚Äôt return calls from 40-plus entrepreneurs. ‚ÄúThe VC people boast that they‚Äôre financing all the whiz kids,‚ÄĚ says Wadhwa. But given the rates of
entrepreneurial success for that group, ‚Äúthey should really be embarrassed.‚ÄĚ

The way companies tend to be organized is also to blame. Companies often put new hires fresh out of college on their most innovative projects, while making older workers do routine jobs with existing systems, says Verwonk. Also, too few companies spend enough on continuous training to keep their employees’ expertise up to date. But workers themselves are at fault as well. Many older employees coast into premature obsolescence instead of keeping their skills current. In
the European Union, for example, only 30 percent of employees older than 55 participate in any kind of job-related training, compared with 50 percent of their younger colleagues.

One thing is clear: a change in the mindset about older entrepreneurs and workers won’t happen by itself. Mixed-age teams, such as the ones automaker BMW is using, are one possible approach and have the added benefit of minimizing the loss of knowledge that occurs when older workers retire. Siemens, the Munich technology conglomerate, has instituted a cross-mentoring system under which older employees show younger ones the ropes while getting an update on the latest skills from these new hires. These shifts are a start, but a lot still
has to be done, says Verwonk. Demographic and economic pressures will soon force workers, businesses, and entire economies to rethink certain stereotypes. With fewer younger workers, retirement ages rising, and single-employer careers fast disappearing, fading out with age will be a luxury no one can any longer afford.

P√°ginas:«12345»

Calend√°rio

outubro 2020
D S T Q Q S S
« abr    
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031

Artigos