“Demanda é deles e tecnologia pode ser adaptada”, diz analista

Gustavo Bayma disse que todas as sugestões apresentadas foram válidas.

Sandra Nogueira e Gustavo Bayma, da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna-SP), apresentaram, em reunião, um sistema que utiliza imagens de satélite para calcular o volume de biomassa nos pastos. O protótipo foi um dos três testados pelos stakeholders do projeto Pecuária do Futuro. “A ideia já havia sido previamente discutida com um dos stakeholders por videoconferência, muita informação a gente trouxe já direcionada”, disse Bayma.

Durante o evento, segundo ele, foi possível verificar o quanto as informações anteriores obtidas do produtor rural se aproximavam da realidade do gestor da fazenda. “Todas as sugestões apresentadas aqui foram válidas, houve uma aceitação muito grande e uma complementação de informações que, do ponto de vista de quem está lá no campo, vai facilitar a tomada de decisão”, afirmou. Essa tem sido a lógica do projeto Pecuária do Futuro desde antes de sua concepção. A proposta nasceu a partir de uma consulta aos stakeholders, em 2014.

Sandra também percebeu a importância dessa interação. “A gente tem entendido melhor as perguntas”, disse ela. De acordo com a pesquisadora, uma grande dúvida apontada pelos participantes é a questão da recomendação. “O projeto precisa conversar melhor sobre isso. Como trabalhamos com sensoriamento remoto, é como se fôssemos radiologistas. A gente faz o exame e gera um laudo. Mas é o médico especialista que vai dar o diagnóstico e o tratamento”.

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